Ele foi preso em dezembro de 2020, acusado de chefiar uma organização criminosa que arrecadou mais de R$ 50 milhões, utilizando um empresário como negociador de contratos públicos
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O TRE-RJ declarou inelegível o ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, por crimes eleitorais nas eleições de 2016 e 2020, relacionados a um esquema de corrupção. Ele e o empresário Rafael Alves foram condenados a 8 anos de inelegibilidade e multa de R$ 106.410 cada.
A maioria dos desembargadores do TRE seguiu o voto do relator, Rafael Estrela, que manteve a sentença de primeira instância que declarou a inelegibilidade de Crivella e Rafael Alves, além de multá-los.
Estrela destacou o conhecimento de Crivella sobre as ilicitudes e a atuação de Alves na articulação de ações que usaram a máquina pública para beneficiar empresas em troca de apoio financeiro irregular nas campanhas eleitorais de 2016 e 2020.
Crivella se tornou réu na Justiça Eleitoral por sua suposta liderança em um esquema de corrupção conhecido como “QG da propina“.
Ele foi preso em dezembro de 2020, acusado de chefiar uma organização criminosa que arrecadou mais de R$ 50 milhões, utilizando um empresário como negociador de contratos públicos.
A investigação indica que o esquema começou antes da eleição de 2016 e visava aliciar empresários com promessas de “tratamento preferencial” em contratos com a prefeitura.
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