Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

TOFFOLI, GILMAR E LEWANDOWSKI PEITAM FACHIN E TIRAM DE MORO AS DELAÇÕES DA ODEBRECHT CONTRA LULA

    SERÁ QUE JÁ É O EFEITO TOFFOLI, QUE ASSUMIU A PRESIDÊNCIA DO STF EM LUGAR DE CARMEN LÚCIA?


    whatsapp  Receba nossas atualizações direto no WhatsApp


    STF retira de Moro delações da Odebrecht contra Lula e Mantega


    A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu retirar do juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, e mandar para a Justiça do DF depoimentos de seis delatores da Odebrecht que implicavam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro dos governos petistas Guido Mantega em um suposto esquema de repasses ilegais ao PT.

    Nesta terça-feira (14), por três votos a um, a Segunda Turma alterou decisão anterior do ministro Edson Fachin, relator das ações da Operação Lava Jato no STF, que determinou a remessa das delações à Justiça Federal do Paraná, onde Moro é responsável pelos processos da Lava Jato.

    Votaram contra a decisão de Fachin os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O ministro Fachin votou para manter sua decisão anterior no julgamento desta terça-feira. O ministro Celso de Mello, quinto integrante da Segunda Turma, não participou da sessão.

    As delações tratam de suspeitas ligadas à planilha apresentada pela Odebrecht onde constam supostos pagamentos ao PT registrados sob a inscrição “Italiano” e “Pós-Itália”. O Ministério Público afirma que os nomes das planilhas são uma referência a Mantega e ao também ex-ministro petista Antônio Palocci.

    As delações serão agora enviadas à Justiça Eleitoral do Distrito Federal, no caso de depoimentos que envolvem Mantega, e à Justiça Federal do Distrito Federal, para onde irão depoimentos que tratam da atuação de Lula e também de Mantega.

    A decisão da 2ª Turma, num primeiro momento, não terá impacto direto em eventuais processos em tramitação na Justiça do Paraná. Isso porque o STF decidiu apenas sobre a destinação dos depoimentos dos delatores e não sobre a continuidade ou não das investigações.

    Os ministros Edson Fachin e Dias Toffoli afirmaram em seus votos que a decisão sobre o destino dos depoimentos não significa o julgamento definitivo sobre onde devem tramitar os processos baseados nessas delações. Ou seja, a atribuição da Justiça do Paraná ou do Distrito Federal para realizar investigações com base nos depoimentos ainda pode voltar a ser discutida.

    Em abril, por três votos a dois, a SegundaTurma também alterou decisão anterior de Fachin e determinou o envio para a Justiça Federal de São Paulo dos trechos da delação da Odebrecht que tratam do sítio em Atibaia (SP) atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e também sobre a compra de um terreno pela empreiteira para sediar o Instituto Lula.

    Na segunda-feira, o juiz Sergio Moro aceitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) e tornou Mantega réu em processo baseado nas delações da Odebrecht.

    A denúncia afirma que a Odebrecht prometeu R$ 50 milhões ao PT, supostamente intermediados por Mantega, como contrapartida à publicação das medidas provisórias que beneficiariam a empresa.


    LOGO FOOTER ET URBS MAGNA

    NAS REDES SOCIAIS


    whatsapp  Receba nossas atualizações no WhatsApp
    YouTube-icon-our_icon  
    Subscreva Et Urbs Magna no Youtube
    facebook pages  Curta Et Urbs Magna no Facebook
    facebook groups  Grupo no Facebook PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
    twitter icon  Et Urbs Magna no Twitter


     

    2 comentários em “TOFFOLI, GILMAR E LEWANDOWSKI PEITAM FACHIN E TIRAM DE MORO AS DELAÇÕES DA ODEBRECHT CONTRA LULA”

    1. Pingback: TOFFOLI, GILMAR E LEWANDOWSKI PEITAM FACHIN E TIRAM DE MORO AS DELAÇÕES DA ODEBRECHT CONTRA LULA | Espaço de walter

    2. valmir de jesus lima

      Fachin, Moro, Carmem Lúcia e outros, não passam de crápulas e fantoches a serviços dos corruptos golpistas.

    Os comentários estão fechados.

    🗣️💬

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading