J.R.Guzzo foi criticado pelo jornalista Leandro Demori por produção de texto tendencioso sobre ideia falsa de que governo Lula escolheu ficar “contra a polícia e do lado do crime“
O jornalista investigativo Leandro Demori, famoso pelas publicações da ‘Vaza Jato‘, no ‘The Intercept Brasil‘, foi ao ‘Twitter’ neste domingo (6/8) demonstrar seu estarrecimento com o jornal ‘O Estado de S. Paulo‘ por pagar para que o também jornalista J.R.Guzzo produza textos surreais no jornalão.
Na última matéria do autor, se observa, já no título tendencioso, a insistência em seguir prejudicando a boa imagem do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eterna vítima, junto com seu partido, do jornalão a serviço da elite e do mercado.
Guzzo escreveu: “Governo Lula fez sua escolha: está contra a polícia e do lado do crime – Assassinato do soldado Patrick Bastos Reis expõe obsessão suicida da esquerda em atacar ações da força policial“.
Publicado isto, Demori escreveu: “Capa do Estadão. O jornal paga pra alguém comentar uma coisa dessas sobre uma operação policial que matou gente inocente (já comprovado), que praticou atos de vingança, que “desligou” as câmeras nos uniformes e cujo principal suspeito de ter matado o policial só se entregou por que o PCC mandou“.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
Guzzo foi, entre os anos de 1976 e 1991, diretor de redação da revista VEJA, outra que se popularizou pela perseguição midiática em parceria com o ‘lawfare’ da turma da Lava Jato de Curitiba.
Em 2008, o jornalista voltou a trabalhar na revista, desta vez como colunista. Em novembro de 2012, Guzzo postou matéria considerada de teor homofóbico. Ele comparou homossexualidade e zoofilia, dando o exemplo de uma cabra.
“Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar”, escreveu Guzzo.
Bastou. Foi demitido após uma repercussão estrondosa nas redes sociais.
