O mundo se movimenta após o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizar o presidente da Ucrânia, Volodomir Zelenskiy a usar armas de longo alcance contra alvos na Rússia, país liderado por Vladimir Putin
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Neste sábado (17/11), o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou os militares ucranianos a usar o ATACMS (Sistemas de Mísseis Táticos do Exército), de mísseis de longo alcance (até 306 km) fornecidos pelo país norte-americano, para proteger as forças do país liderado por Volodomir Zelenskiy, na região russa de Kursk.
A decisão de última hora, que alterou a política dos EUA sobre o tema e gerou divisões entre conselheiros de Biden, ocorre antes da posse de Donald Trump, que planeja restringir o apoio à Ucrânia.
Por conta disso, Kim Jong-un, o líder da Coreia do Norte, país que tem tropas apoiando Vladimir Putin, em território russo, destacou a gravidade do confronto militar envolvendo os Estados Unidos, Coreia do Sul e forças hostis em Pyongyang, capital de seu país, o que pode levar à uma fase de tensões mais elevadas na península coreana, disse a KCNA (Agência Central de Notícias da República Popular Democrática da Coreia), conforme relatou o Sputnik, mídia que também apoia a Rússia.
Ao mesmo tempo, Olaf Scholz, primeiro-ministro da Alemanha, afirmou “ninguém na Europa anseia tanto pela paz quanto os ucranianos” e que “devemos ter cuidado com soluções falsas que só contêm paz no nome. Paz sem liberdade se chama opressão, e paz sem justiça se chama ditadura“, conforme transcreveu a Folha de S. Paulo, jornal que o entrevistou no Brasil, onde o alemão se encontra para a cúpula do G20, em matéria intitulada ‘Não aceitaremos uma paz ditada pela Rússia‘.
Kim Jong-un, segundo o Sputnik, fez a declaração durante evento militar e “apelou a todos os níveis das forças armadas que concentrem seus esforços em completar os preparativos para a guerra, a fim de enfrentar os desafios da revolução e do tempo“, diz a mídia, que acrescentou:
“… o líder norte-coreano afirmou que o Ocidente e os EUA estão usando a Ucrânia como uma força de ataque de primeira linha em sua guerra com a Rússia para ganhar a experiência de combate e expandir o escopo da intervenção militar“.
Quanto a Scholz, segundo a Folha, o premiê alemão foi enfático em sua afirmação, de que enquanto a Rússia continuar em guerra com a Ucrânia e violar princípios da Carta das Nações Unidas, não haverá base para uma parceria confiável no G20.
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