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Teoria da simulação: nova lei física de Melvin Vopson sugere que a gravidade prova que vivemos em um programa computacional

    A Segunda Lei da Infodinâmica transforma hipótese filosófica em evidência científica – e veículos alemães revelam como a entropia da informação pode explicar tudo, da Matrix à atração universal

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    Segunda Lei da
    A Segunda Lei da Infodinâmica, de Melvin Vopson, propõe que o universo é informação pura processada como um software, onde a gravidade seria um algoritmo de compressão de dados. A imagem, gerada por Inteligência Artificial (IA), ilustra esse conceito ao fundir um núcleo quântico a fibras orgânicas, simbolizando a malha digital do cosmos / Foto: Redação Urbs Magna / IA
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Berlim (DE) · 07 de março de 2026

    O debate sobre a teoria da simulação ganhou fôlego inédito com a proposta de uma “nova regra física” pelo físico Melvin Vopson, da Universidade de Portsmouth.

    Relatos exclusivos em sites alemães, como a Futurezone e a Forschung & Wissen, unem os fatos: o pesquisador britânico demonstra que a entropia da informação em sistemas fechados só pode permanecer constante ou diminuir – o oposto exato do segundo princípio da termodinâmica.

    Essa “Segunda Lei da Infodinâmica” foi apresentada originalmente em artigo publicado na revista AIP Advances em 6 de outubro de 2023 e estendida em trabalho de 2025 que deriva a lei da gravitação de Newton a partir de processos de otimização computacional.

    De acordo com a Futurezone, publicada em 19 de maio de 2025, Vopson sustenta que a gravidade não é uma força natural, mas o resultado de um “universo computacional” que minimiza a complexidade informacional.

    Partículas se atraem para reduzir sua “pegada informacional” em uma grade discreta de espaço, exatamente como um programa de computador comprime dados para economizar recursos.

    O artigo da Futurezone destaca: o modelo deriva matematicamente a lei de Newton ao conectar energia, temperatura e entropia da informação, transformando a atração gravitacional em “atração entrópica”.

    A Forschung & Wissen, de 10 de outubro de 2023, complementa com aplicações práticas exclusivas: a lei prevê mutações genéticas por deleções que reduzem a entropia informacional, explica a regra de Hund na física atômica e resolve o paradoxo entrópico cosmológico.

    Vopson declarou, segundo o veículo: “O que eu queria fazer em seguida era testar a lei e ver se ela poderia apoiar ainda mais a teoria da simulação, movendo-a do domínio filosófico para o mainstream científico”.

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    Melvin Vopson
    Melvin Vopson / Foto: University of Portsmouth [2023]


    E sobre simetrias universais: “Meus resultados mostram que alta simetria corresponde ao estado de menor entropia informacional, o que pode explicar a tendência da natureza.”

    A t3n, de 14 de outubro de 2023, e a Focus reforçam que partículas elementares armazenam informação como DNA e que informações têm massa física – ideia que eleva a Segunda Lei da Infodinâmica ao patamar de equivalência massa-energia-informação.

    O estudo matriz original do autor, intitulado “The second law of infodynamics and its implications for the simulated universe hypothesis”, está disponível em acesso aberto na AIP Advances.

    Nele, Vopson afirma que a minimização universal de informação é “semelhante à compressão de dados em um computador”, sustentando a hipótese de que a realidade é uma simulação avançada.

    A Kettner Edelmetalle e a Winfuture ecoam o mesmo núcleo: o universo se comporta como um sistema que apaga informações redundantes para eficiência computacional, exatamente o que se esperaria de uma Matrix.

    Vopson planeja experimentos com colisões partícula-antipartícula para confirmar o quinto estado da matéria e, com isso, validar empiricamente a teoria.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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