Presidente do PL foi indiciado junto com Bolsonaro no inquérito sobre tentativa de golpe de Estado, tendo sido acusado pela PF de apoiar e financiar questionamentos à integridade das urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral
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Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Partido Liberal), ao qual também pertence Jair Bolsonaro, que, assim como o gestor da legenda, também foi indiciado por tentativa de golpe de Estado, se reuniu na semana passada com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin Martins, ex-advogado de Lula e indicado à Corte pelo estadista.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal ‘O Globo’, a visita de Costa Neto a Zanin foi “de cortesia” e ocorreu no gabinete do magistrado, na Corte máxima de Justiça do Brasil, segundo consta na agenda do ministro do último dia 12, informou.
Desde que o presidente do PL foi indiciado pela PF (Polícia Federal) no inquérito do golpe, ele “tem feito movimentos no sentido de apaziguar os ânimos com a Corte Superior”, escreve o jornalista.
Valdemar é acusado de apoiar e financiar questionamentos à integridade das urnas eletrônicas e teve um papel central na propagação de dúvidas sobre o sistema eleitoral, segundo o relatório de 884 páginas apresentado pela instituição policial ao relator ministro Alexandre de Moraes.
“Xandão”, como é conhecido nas redes sociais devido aos enfrentamentos pró-democráticos, especialmente em embates com bolsonaristas, encaminhou o relatório da PF para apreciação do procurador-geral da República Paulo Gonet, que deve apresentar denúncia tripla contra Bolsonaro, em 2025.
O PGR quer juntar a este último inquérito o da falsificação dos cartões de vacina e o das fake news, que já tem mais de cinco anos e o ministro Moraes prorrogou esta semana por mais 180 dias.
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