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“Tem frigorífico vendendo OSSOS de 1ª e de 2ª, resultado de um governo de 5ª categoria”, diz Ivan Valente

    O presidente Jair Bolsonaro e o deputado federal Ivan Valente. Ao fundo, a fotografia de restos da desossa de carnes em frigorífico do Nordeste do país, de autoria Kid Junior para o portal de notícias Diário do Nordeste | sobreposição de imagens


    PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

    Frigoríficos passam a comercializar ossadas, pés e pescoços de galinha, vísceras e ovos, como opções de consumo de proteína para a sobrevivência de famílias vulneráveis, desempregadas e com a atividade autônoma comprometida

    Tem frigorífico vendendo OSSOS “de primeira” e “de segunda”. Resultado de um governo de quinta categoria“, afirmou o deputado federal Ivan Valente sobre a notícia divulgada nesta segunda-feira (25) pelo Diário do Nordeste, sobre o “Mercado da miséria.

    A matéria informa sobre alguns frigoríficos de Fortaleza que passaram a comercializar para o povo “ossadas, pés e pescoços de galinha, vísceras e ovos“, que, de acordo com o lead para o texto, “se tornaram opção de compra de famílias vulneráveis, desempregadas e com a atividade autônoma comprometida durante a pandemia, para o consumo de proteína“.

    Um usuário do Twitter compartilhou uma imagem de cabeças de peixe embaladas para venda em um supermercado, em resposta ao tuíte do deputado federal:

    Em um dos estabelecimentos visitados pela reportagem do Diário do Nordeste, o osso de primeira custa R$ 9 o quilo, enquanto o osso de segunda, R$ 5.

    A última vez que comprei carne foi em fevereiro. Tem vez que dá aquela vontade, mas infelizmente não dá. Até os ossos que eu gostava pra fazer sopa deu uma subida e não comprei mais”, afirma uma entrevistada da mídia, que está desempregada.

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