"Estou com dificuldade para falar porque… porque a situação está além das palavras"
— FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil (@FepalB) January 26, 2024
O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, desaba em lágrimas ao falar sobre a situação em Gaza. pic.twitter.com/xqbfWgIqOQ
Nos últimos dias, os serviços médicos vitais no Hospital Nasser, o maior em funcionamento na Faixa de Gaza, “colapsaram”, disseram membros do grupo ‘Médicos Sem Fronteiras‘.
“A capacidade cirúrgica do hospital é agora quase inexistente, e o pequeno número de profissionais médicos que permanecem no hospital precisa lidar com suprimentos muito baixos, que são insuficientes para lidar com eventos de vítimas em massa – grandes fluxos de feridos”, diz um comunicado emitido pelo MSF nesta sexta-feira (26/1).
O chefe da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, também disse que o acesso para reabastecer o Hospital Nasser em Khan Younis “continua desafiador” devido aos intensos combates nas proximidades.
“Centenas de pacientes e profissionais de saúde fugiram”, disse ele, nesta sexta. “Atualmente, 350 pacientes e 5.000 pessoas deslocadas permanecem no hospital”.
No mesmo dia, a Sociedade do Crescente Vermelho Palestino disse que “fragmentos de estilhaços” atravessavam as paredes de sua sede no prédio do Hospital Al-Amal em Khan Younis, que a agência humanitária disse estar cercado por tanques israelenses.
Militares israelenses disseram que o Hamas operava dentro dos hospitais Al-Amal e Nasser.
