Tarcisio, Flavio e Jair em foto de Wilson Dias – Agência Brasil | Ao fundo, Nunes e Marçal durante debate | Sobreposição de imagens
Governador de SP disse que está perdendo seguidores nas redes e reclamou com o senador filho do ex-presidente do Brasil em uma reunião entre gestores de Estados opositores ao governo federal e presidentes de partidos políticos
De acordo com informações do jornalista Guilherme Amado, em sua coluna no portal de notícias Metrópoles, publicadas neste sábado (24/8), o filho primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ouviu uma queixa do governador da unidade federativa de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Progressistas).
O aliado do clã disse que o ex-coah e candidato à Prefeitura da capital do Estado, Pablo Marçal (PRTB), precisa ser “segurado“, pois com seu avanço nas pesquisas de intenção de voto o governador tem perdido cerca de 2 mil seguidores por dia nas redes sociais.
Segundo o colunista, a reclamação foi feita em uma reunião de governadores de oposição e dirigentes partidários, em que lá estava Flávio, que também foi cobrado por Tarcísio na questão de mais apoio da família Bolsonaro ao atual prefeito que busca reeleição em São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
Segundo o texto, o governador paulista ponderou como seria ruim para a direita perder a eleição na capital paulista, principalmente considerando os planos de uma sonhada retomada do Palácio do Planalto em 2026.
A publicação diz que o Zero Um respondeu reclamando também, sobre a campanha de Nunes estar indisposta a ter seu pai inelegível por perto. O jornalista informa que, até agora, Jair Bolsonaro não foi chamado para gravar o programa do pretendente à reeleição.
Além de Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ciro Nogueira, participaram da reunião o mineiro Romeu Zema, o goiano Ronaldo Caiado, o fluminense Cláudio Castro e o matogrossense Mauro Mendes, disse o colunista.

Quadrilha x Quadrilha e assim irão se auto destruir.
O resultado do Voto Papel higiênico dos Paulistas descendo pelo esgoto da politicagem genocida.
Os comentários estão fechados.