Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo
    Toque e saiba mais sobre o tema

    STF vota liberação parcial de penduricalhos acumulados em decisão conjunta de quatro ministros

    — calculando —
    Ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes

    📷 Os ministros do Supremo Tribunal Federal, da esquerda para a direita, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes / Imagens reprodução redes sociais

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    26 de junho de 2026

    Quatro ministros do Supremo Tribunal Federal apresentaram, nesta sexta-feira (26/jun), um voto conjunto que propõe a liberação parcial de penduricalhos acumulados antes da decisão limitadora da Corte.

    O entendimento, firmado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, permite o pagamento de verbas como férias, licenças-prêmio e plantões judiciais adquiridos anteriormente, desde que o conjunto das verbas indenizatórias respeite o limite de 35% do subsídio dos ministros do STF.

    A análise ocorre em plenário virtual e envolve mais de 20 recursos contra a tese fixada em março de 2026. Até o momento, o placar parcial é de 4 a 0 a favor da posição dos relatores. O julgamento permanece aberto até a próxima terça-feira (30/jun).

    De acordo com a CNN Brasil, o voto conjunto autoriza o pagamento em dinheiro desses valores acumulados, mantendo a vedação a benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-creche e assistência pré-escolar quando pagos como verbas indenizatórias.

    O documento também prevê a implantação imediata da Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC), sem necessidade de pedido individual.

    Tribunais e Ministérios Públicos deverão definir critérios de contagem do tempo de atividade jurídica até que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) editem norma conjunta.

    A proposta busca compatibilizar direitos adquiridos com o princípio da isonomia e da responsabilidade no uso de recursos públicos.

    O voto permite, ainda, o recebimento simultâneo da nova parcela por antiguidade com vantagens pessoais anteriores a 2006, desde que o mesmo período de serviço não seja contado duas vezes.

    O O Globo destacou que os ministros rejeitaram a maioria dos recursos apresentados por entidades de magistrados, inclusive o pedido de prazo de 30 dias para adequação pelos órgãos.

    Em contrapartida, acolheram parcialmente pontos trazidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

    A Corregedoria Nacional de Justiça terá 30 dias para apresentar relação de verbas e gratificações pagas antes da decisão de março cujas legalidades já foram verificadas.

    Após referendo do plenário do STF, esses pagamentos poderão ser retomados dentro do limite de 35%.

    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    FAQ Rápido

    O que são penduricalhos?
    São verbas indenizatórias ou remuneratórias pagas além do salário-base de magistrados e membros do Ministério Público, como adicionais por plantão, licenças e gratificações diversas.

    Qual o principal limite mantido?
    O conjunto das verbas indenizatórias não pode ultrapassar 35% do subsídio dos ministros do STF, atualmente em torno de R$ 46 mil.

    O voto já é definitivo?
    Não. Trata-se de posicionamento dos quatro relatores em plenário virtual. São necessários pelo menos seis votos para formar maioria.

    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::



    SIGA NAS REDES SOCIAIS




    Compartilhe via botões abaixo:

     

    Comente com moderação

    🗣️💬

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading