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    “Renúncia não foi burla”: Mendonça desempata STF e suspende julgamento com 2 a 1 por eleição indireta no Rio (vídeo)

    Dino pede vista e adia decisão sobre voto popular ou por deputados; interinidade de Ricardo Couto persiste enquanto Alerj aguarda definição sobre mandato-tampão

    Ministro do STF André Mendonça profere voto contra eleições diretas para governador no RJ

    Ministro do STF André Mendonça profere voto contra eleições diretas para governador no RJ 9.4.2026 Imagem reprodução TV Justiça

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Brasília (DF) · 09 de abril de 2026

    O Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta quinta-feira (9/abr) o julgamento que decidirá o formato do mandato-tampão no Rio de Janeiro.

    Após o ministro André Mendonça antecipar seu voto e acompanhar Luiz Fux, o placar provisório ficou em 2 a 1 pela eleição indireta, com escolha dos deputados da Alerj.

    O ministro Flávio Dino pediu vista, interrompendo a sessão.

    Mendonça justificou a antecipação para evitar que o estado permaneça “indefinido”.

    O ministro afirmou que a renúncia promovida por Cláudio Castro, que coincidiu com a véspera da continuidade do julgamento, não surgiu fora de um contexto público e notório que é o da necessária desincompatibilização para concorrer a outro cargo eletivo em 2026.

    Citou ainda renúncias semelhantes de Romeu Zema e Fernando Haddad como exemplos de atos legítimos.

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    A renúncia de Cláudio Castro era noticiada pela imprensa há pelo menos dois anos, com prazo final até 4 de abril para desincompatibilização ao Senado. Mendonça classificou como “salto interpretativo” a tese de que houve burla ao Tribunal Superior Eleitoral.

    Flávio Dino pediu vista para aguardar a publicação do acórdão do TSE. “A melhor solução, deferente ao prestígio da Justiça Eleitoral, é aguardarmos a consumação do julgamento”, disse o ministro.

    Cristiano Zanin, relator de uma das ações, manteve voto pela eleição direta, com participação popular.

    O caso chegou ao STF após o PSD questionar a lei estadual que prevê eleição indireta.

    A Procuradoria-Geral da República manifestou-se favorável ao voto popular.

    Atualmente, o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, exerce interinamente o cargo em razão da dupla vacância: Cláudio Castro renunciou em 23 de março, um dia antes da condenação por abuso de poder, e o vice já havia deixado o posto em maio de 2025.

    O que está acontecendo no Rio de Janeiro e como se chegou a este ponto

    A crise política fluminense teve origem na condenação do ex-governador Cláudio Castro (PL) pelo TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

    Para evitar cassação, ele renunciou na véspera do julgamento, criando dupla vacância.

    O TSE determinou eleição indireta pela Alerj, mas isso contraria precedente do STF (ADI 5525), que prevê eleição direta quando restam mais de seis meses de mandato.

    A Alerj aprovou lei própria para o modelo indireto com voto secreto.

    O PSD, legenda de Eduardo Paes, recorreu ao STF defendendo o voto popular como garantia de democracia.

    O julgamento, iniciado na quarta-feira (8/abr) com empate 1 a 1 entre Zanin e Fux, foi retomado nesta quinta-feira (9/abr) e agora aguarda retomada após vista de Dino.

    Política STF Rio de Janeiro Democracia Eleições Justiça

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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