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STF planeja evento para revelar bastidores inéditos do 8 de Janeiro – descubra o que está por vir

    Programação secreta do Supremo promete expor detalhes ocultos da invasão que abalou o Brasil, reacendendo alertas sobre ameaças à ordem constitucional e chamando atenção para lições não aprendidas

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    Frame do documentário da BBC sobre o 8 de Janeiro / Imagem reprodução / BBC


    Brasília (DF) · 02 de janeiro de 2026

    O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou uma programação especial para marcar os três anos dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando milhares de manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje preso na sede da Polícia Federal em Brasília, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes , reivindicando uma intervenção militar contra o resultado das eleições presidenciais de 2022.

    Esse evento, batizado de ‘Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer‘, visa reforçar o compromisso institucional com a defesa da democracia e destacar as lições extraídas de um dos episódios mais graves da história recente do Brasil.

    Agendado para o sábado da semana que vem, dia 8/jan/2025, em Brasília, o cronograma inicia-se com a abertura da exposição ‘8 de janeiro: Mãos da Reconstrução‘, instalada no Espaço do Servidor do STF, que retrata os esforços de recuperação dos danos causados pela invasão.

    Em seguida, no Museu do tribunal, será exibido o documentário ‘Democracia Inabalada: Mãos da Reconstrução‘, produzido para documentar o processo de restauração e os impactos simbólicos do ataque.

    A programação prossegue com uma roda de conversa envolvendo profissionais da imprensa, focada nos desafios jornalísticos durante crises democráticas, e culmina em uma mesa-redonda intitulada ‘Um dia para não esquecer‘, realizada no salão nobre do Supremo, com debates sobre a resiliência institucional.

    Esse anúncio surge em um contexto de escalada de tensões prévias aos atos, incluindo a colocação de uma bomba próxima ao Aeroporto Internacional de Brasília na véspera do Natal de 2022 e a invasão de uma delegacia da Polícia Federal (PF) após a queima de ônibus no dia da diplomação do presidente Lula, também na capital federal.

    Investigções subsequentes levaram o STF a condenar Jair Bolsonaro e aliados próximos por tentativa de golpe de Estado e outros crimes, atribuindo ao ex-presidente uma conspiração para subverter o resultado eleitoral e manter-se no poder após a derrota.

    De acordo com declaração exclusiva do presidente do STF, ministro Edson Fachin, proferida ao marcar os dois anos do episódio em 2025, os atos representaram a face visível de um movimento subterrâneo que tramava um golpe de Estado, enfatizando a necessidade contínua de vigilância.

    O evento de 8 de janeiro na próxima semana não apenas relembra a invasão, mas também celebra a reconstrução, simbolizando a robustez das instituições democráticas brasileiras, especialmente com a condenação inédita de um ex-presidente acusado de crimes contra a democracia, o que reforça o papel do Supremo na responsabilidade política.

    Essa iniciativa do STF alinha-se a esforços globais de preservação democrática, posicionando o Brasil como exemplo de resiliência pós-crise, e deve atrair atenção de analistas políticos de todo o mundo, bem como de cidadãos interessados em entender as raízes e consequências de ameaças autoritárias.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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