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    Quem é o empresário de SC condenado a 14 anos de prisão pelo STF por Pix de R$ 500 para ônibus de manifestantes?

    Transferência simples viabilizou transporte de grupo de Santa Catarina a Brasília antes dos eventos de 8 de janeiro de 2023, reforçando a linha de responsabilização por atos contra a ordem democrática

    Empresário Alcides Hahn condenado pelo STF

    O empresário Alcides Hahn, de Corupá (SC), foi condenado a 14 anos de prisão pelo STF em 2.4.2026 / Imagem Reprodução / Redes Sociais | Ao fundo, atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023, na Praça dos Três Poderes, em Brasília / Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Brasília (DF) 05 de abril de 2026

    O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o empresário Alcides Hahn, de Corupá (SC), a 14 anos de prisão em regime inicialmente fechado.

    A decisão, proferida na quinta-feira (2/março), decorre de transferência via Pix no valor de R$ 500 destinada ao fretamento de ônibus que transportou manifestantes de Blumenau até Brasília antes dos eventos de 8 de janeiro de 2023.

    Alcides Hahn responde por cinco crimes: abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio público, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa.

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) sustentou que o valor contribuiu diretamente para a logística dos deslocamentos, mesmo sem a presença física do réu na capital federal, conforme reportou o Poder360.

    Dois outros catarinenses foram condenados no mesmo processo pela Primeira Turma do STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

    Rene Afonso Mahnke, também de Corupá, transferiu R$ 1.000. Vilamir Valmor Romanoski, de Brusque, contribuiu com mais de R$ 10 mil e foi descrito pela PGR como “figura de liderança” nas mobilizações na região de Blumenau.

    O ônibus partiu de Blumenau em 5 de janeiro de 2023 com 41 pessoas a bordo. Nenhum dos três condenados viajou para Brasília.

    Em audiência, Alcides Hahn afirmou que atendeu a pedido de conhecido para empréstimo destinado a uma viagem, sem indicação do destino.

    A defesa sustentou que a acusação se baseia unicamente no comprovante do Pix, sem provas diretas de ciência sobre eventual finalidade ilícita.

    O proprietário da empresa de fretamento presumiu a destinação do valor, conforme registros do processo.

    O caso ainda se encontra em fase de recursos; os embargos de declaração estavam previstos para 20 de março, mas foram retirados de pauta.

    A sentença impõe, além da pena privativa de liberdade, 100 dias-multa e o pagamento de R$ 30 milhões em danos morais coletivos.

    A medida se insere no esforço institucional de responsabilizar não apenas os executores diretos, mas também aqueles que viabilizaram a mobilização logística para os atos que resultaram em invasões e depredações nas sedes dos Três Poderes.

    As defesas preparam novos recursos, alegando desproporcionalidade e insuficiência probatória. Detalhes adicionais sobre o trâmite serão acompanhados em breve.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.


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    2 comentários em “Quem é o empresário de SC condenado a 14 anos de prisão pelo STF por Pix de R$ 500 para ônibus de manifestantes?”

    1. ANTONIO HEUDER BRUMATTI

      Espero que as empresas e pessoas que ajudaram os meliantes que ficaram em frente aos quartéis também sejam penalizados. Aqui no ES tem 2 redes de supermercados que merecem, uma delas em todas as lojas não tem o caixa com o número 13.
      Enviavam semanalmente alimentos e agua.

    2. Reinaldo Gonçalves da Cruz

      Bem feito, quem apoia terroristas é terrorista em qualquer parte do mundo

    Os comentários estão fechados.

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