Além do líder do PL, Carlos Jordy, do mesmo partido, também foi alvo de buscas; ambos negam irregularidades (óbvio) e classificam a ação como “perseguição política (claro)”
Brasília, 19 de dezembro 2025
O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou, em coletiva de imprensa, que os R$ 430 mil em espécie apreendidos durante operação da PF (Polícia Federal) nesta sexta-feira (19/dez), no flat onde o parlamentar reside em Brasília, é proveniente da “venda de um imóvel em Minas Gerais”.
Durante a Operação Galho Fraco, agentes da Polícia Federal encontraram o montante acondicionado em sacos pretos dentro de um armário.
A narrativa do líder do PL na Câmara dos Deputados já chamou a atenção de agentes da PF pela discrepância com os dados do sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é possivel constatar que o patrimônio declarado pelo bolsonarista nas eleições de 2022 foi de menos de R$ 5 mil – ou exatos R$ 4.926,76.
De acordo com o sistema, a declaração oficial de bens entregue à Justiça Eleitoral por Sóstenes Cavalcante detalhava apenas saldos em contas correntes, sendo em uma primeira conta o valor de R$ 4.321,75 e, em outra, R$ 605,01.
Na declaração de 2022 não constavam quaisquer imóveis, veículos ou aplicações financeiras que justificassem a posse de quase meio milhão de reais em dinheiro vivo três anos depois.
Contradições e a Investigação
A versão do deputado sobre a origem do dinheiro apresentou inconsistências ao longo do dia. Inicialmente, interlocutores sugeriram que ele não se lembrava da transação;
Depois, Sóstenes disse que além de perseguido (óbvio), que o imóvel teria sido vendido recentemente e que a operação estaria sendo declarada à Receita Federal.
A Operação Galho Fraco, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), investiga:
🔴Peculato: Desvio de recursos da cota parlamentar.
🔴Empresas de Fachada: Uso de locadoras de veículos para simular contratos e gerar ressarcimentos indevidos.
🔴Lavagem de Dinheiro: Ocultação de valores provenientes de esquemas de corrupção.
Além de Sóstenes, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) também foi alvo de buscas. Ambos negam irregularidades (óbvio) e classificam a ação como “perseguição política (mas, claro)”.

RECEBA NOSSAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS EM SEU E-MAIL








Virou desculpa esfarrapada, agora todos compram e vendem em dinheiro vivo, e nós temos que acreditar, porque se não, vamos estar ajudando na perseguição politica, coitados desses parlamentares, vítimas dessa inquisição….. E os calhordas acham que somos todos imbecis, e o que é pior, que tem babacas que vão reelegelos.
Os comentários estão fechados.