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‘Somos solidários à Rússia’, diz Bolsonaro a Putin, sem especificar o motivo da solidariedade

    O momento é de tensões entre a Rússia e o Ocidente devido a manobras militares no entorno da Ucrânia

    Estou muito feliz e honrado por este convite. Somos solidários à Rússia. Queremos muito colaborar em várias áreas, defesa, petróleo e gás, agricultura, e as reuniões estão acontecendo. Tenho certeza que esta passagem por aqui é um retrato para o mundo que nós podemos crescer muito as nossas relações bilaterais“, disse o Bolsonaro, sem especificar o motivo da solidariedade, conforme transcrição de sua fala, feita pelo jornal O Globo.

    O momento é de tensões da Rússia com o Ocidente devido a manobras militares no entorno da Ucrânia.

    Pela manhã, Bolsonaro foi submetido ao último teste de Covid-19 exigido pelo governo russo e, em seguida, foi recebido por Putin com um aperto de mão.

    Ambos indicaram que esperam um crescimento da cooperação entre os dois países.

    Estamos retomando as relações que foram interrompidas, de certa forma, pela pandemia de coronavírus“, afirmou Putin.

    Sentado em uma cadeira ao lado de Bolsonaro, não havia a longa mesa que o russo utilizou com mandatários europeus.

    É uma alegria recebê-lo, senhor presidente“, prosseguiu Putin. “Espero que nosso encontro seja produtivo. É muito importante porque o Brasil é o principal parceiro nosso na região da América  Latina. Bem vindo“.

    O presidente russo lembrou que,  apesar de todas as restrições provocadas pela pandemia no ano passado, o comércio bilateral registrou um aumento  de 87%.

    Bolsonaro também agradeceu o indulto concedido ao brasileiro que estava detido na Rússia ao ser preso com um remédio proibido.

    Bolsonaro estava acompanhado do chefe do cerimonial da Presidência,  Marcos Henrique Sperandio. Ao lado de Putin, estava um intérprete.

    De acordo com o texto do jornal, os dois líderes vão dialogar sobre cibersegurança e defesa, ciência e tecnologia e energia e agronegócio.

    Um dos pontos principais para o governo brasileiro é buscar um compromisso para que a Rússia siga exportando insumos para a produção de fertilizantes.

    O Brasil também tem interesse em  exportar mais produtos acabados para os russos, que tentarão vender mais insumos e defensivos.

    O ponto alto será a confirmação da compra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN3) da Petrobras, que fica em Três Lagoas (MS) pelo grupo russo Acron.

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