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Sob Lula III, pela primeira vez, desde 2017, o preço dos alimentos fecha o ano em queda

    As estimativas dos economistas é de deflação de pouco mais de 1%, com as carnes ficando 9,4% mais baratas e as aves e ovos, 6,8%

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    Isto se deve à safra recorde, à queda nos preços das commodities agrícolas e a uma desinflação global. Tudo isso vão fazer os preços dos alimentos caírem este ano, numa situação que não se via desde 2017, diz matéria no ‘Globo‘.

    Os preços estão menores 2,4%, na média acumulada até novembro, pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

    As estimativas dos economistas é de deflação de pouco mais de 1%, com as carnes ficando 9,4% mais baratas e as aves e ovos, 6,8%.

    No ano, o INPC ficou em 3,1% até novembro, menor valor desde 2017.

    Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) engloba as famílias com renda entre um e 40 salários mínimos, o INPC acompanha bens e serviços que as famílias que ganham menos consomem.

    Por isso, o INPC funciona como um termômetro do impacto da variação dos preços dos alimentos entre a população de menor renda, para a qual a alimentação tem maior peso no orçamento.

    O índice representa metade da população do país, em média.

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