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Sob Lula 3, transição energética avança e Brasil é líder entre países emergentes e AL, e terceiro do G20

    Série de políticas estratégicas e investimentos focados na expansão das energias renováveis foram fatores preponderantes para posição de destaque no relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta semana

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    via MME

    O Brasil é um dos países que mais avança na implementação de ações para a transição energética, destaca o relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta semana. Segundo o documento, o país subiu para a 12ª posição no Índice de Transição Energética (ETI), ficando em primeiro lugar entre os países emergentes, entre todos os países da América e em terceiro, entre as nações participantes do G20.

    A série de políticas estratégicas e os investimentos focados na expansão das energias renováveis foram fatores preponderantes para a posição de destaque.




    Uma das principais iniciativas apontadas para a ascensão do Brasil na lista foi o compromisso de longo prazo com a energia hidrelétrica e biocombustíveis, aliado a avanços significativos na geração de energia solar.

    Essas ações não apenas diversificaram a matriz energética nacional, mas também fortaleceram o ambiente de investimentos em infraestrutura sustentável. Programas de incentivo e desenvolvimento tecnológico foram fundamentais para o crescimento da geração distribuída e para a redução das emissões de gases de efeito estufa, aponta o relatório.




    Para elaborar o ranking entre os 120 países, o Fórum Econômico Mundial utilizou o Índice de Transição Energética (ETI), que analisa a média de 46 indicadores e atribui nota final de 0 a 100 aos países listados. O Brasil registrou pontuação de 65,7, ficando à frente de grandes potências como Reino Unido (65,6), China (64,1) e Estados Unidos (64).

    Renovabilidade Brasileira

    O Brasil , reconhecido internacionalmente, aumentou a renovabilidade da matriz energética para 49,1% no último ano, como aponta o Balanço Energético Nacional (BEN) 2024 – elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em parceria com o MME. O percentual é muito superior ao observado no resto do mundo, em torno de 14,7%. O percentual de renováveis na matriz elétrica também aumentou, subiu para 89%, enquanto no mundo é de apenas 29%.

    O Ministério de Minas e Energia já garantiu R$ 60 bilhões em investimentos na expansão da transmissão de energia pelo Brasil, com os 2 leilões realizados em 2023 e  1 no primeiro semestre de 2024, que atuarão como vetor da segurança e da transição energética em capacidade instalada no Sistema Interligado Nacional.

    Em 2023, foi assinada a ordem de serviço da linha de transmissão que irá conectar Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Estão sendo investidos R$2,5 bilhões nas obras que vão substituir as usinas termelétricas e garantir energia confiável, limpa e renovável.




    O Ministério também tem atuado para implementar políticas que favorecem a integração de soluções inteligentes de gestão energética, promovendo maior eficiência operacional e redução de desperdícios. Essas medidas não só contribuem para a sustentabilidade ambiental, mas também para a segurança energética e o desenvolvimento econômico inclusivo.

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