O ministro do judiciário mais atacado pelo bolsonarismo não pode assumir suas escolhas políticas e declarar voto em LULA. Qual cidadão não quer um país pacífico?
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, escolheu, neste domingo (30/10), em um colégio na Zona Sul, aquele que quer ver como Presidente do Brasil a partir de 2023, bem como Governador do Estado de São Paulo.
O membro do judiciário mais atacado pelo bolsonarismo não pode assumir suas escolhas políticas e declarar voto em LULA. Qual cidadão não quer um país pacífico?
Após votar, o magistrado foi até o CCSP (Centro Cultural de São Paulo) e a uma universidade particular, na região do Paraíso, para acompanhar testes de integridade das urnas eletrônicas, junto ao desembargador Paulo Galizia, presidente do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).
“Vamos diminuir a abstenção, vamos mostra que o brasileiro, a brasileira, querem participar, querem paz no país, querem tranquilidade no país e vamos terminar o dia de hoje com uma grande vitória, a vitória da democracia, da Justiça Eleitoral, do povo brasileiro”, afirmou o ministro, segundo transcrição feita pelo portal de notícias g1.
Na noite de ontem, sábado (29/10), Moraes entrou em cadeia nacional para transmitir instruções aos brasileiros eleitores neste domingo e pediu que denunciem casos de assédio eleitoral.
“O momento de digitar seu voto na urna eletrônica é sagrado, inviolável e individual”, assegurou o ministro, observando que o eleitor não deve aceitar “nenhum tipo de coação, ameaça ou oferecimento de benefícios para constranger sua liberdade de votar.
