Matéria publicou “informações do STF” sobre o espaço reservado, que conta com “cama de casal” e uma área para banho de sol, “permitindo inclusive a prática de exercícios físicos, com total privacidade e sem controle de horário“

Brasília (DF) · terça-feira, 30 de dezembro 2025
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), preso no Paraguai tentando embarcar para El Salvador, foi transferido para dividir cela com Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, na unidade conhecida como Papudinha, parte do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Detido no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai, na sexta-feira (26/dez), Vasques violou as condições de monitoramento eletrônico ao remover sua tornozeleira.
Extraditado rapidamente para o Brasil, o ex-diretor da PRF ingressou na Papudinha no dia seguinte, onde encontrou Torres, que lá está desde 25 de novembro, conforme a CNN Brasil.
O Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal confirmou a custódia compartilhada em nota oficial emitida nesta segunda-feira (29/dez), explicando que “tal medida decorre, exclusivamente, da capacidade física disponível da unidade, bem como de critérios técnicos de segurança operacional, adotados com o objetivo de garantir a integridade física”.
A Papudinha, instalada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, serve como ala especial para detentos que demandam isolamento de presos comuns, como policiais e agentes de segurança condenados.
Com estrutura adaptada, a cela em questão oferece comodidades como geladeira e televisão, abrangendo uma área interna de 54,76 metros quadrados e externa de 10,07 metros.
Inicialmente projetada para até quatro ocupantes, ela foi designada como Sala de Estado Maior para Torres, mas agora acomoda ambos os condenados.
Ambos os indivíduos foram sentenciados a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decorrência de sua participação em um alegado plano de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Vasques e Torres, figuras proeminentes no governo anterior, enfrentam acusações relacionadas a tentativas de subverter o resultado eleitoral, inserindo-se em um contexto mais amplo de investigações sobre atos antidemocráticos.
Essa configuração prisional levanta questões sobre logística e segurança no sistema carcerário federal, especialmente para réus de casos políticos sensíveis.
Até o momento, não há indícios de conflitos internos, e as autoridades mantêm monitoramento rigoroso para preservar a ordem na unidade.
Em outra matéria na CNN, por ocasião da prisão de Torres, foi informado, que “a cela na “Papudinha” (…) tem geladeira, cama de casal e televisão, segundo informações do STF (Supremo Tribunal Federal). O local tem uma área total coberta de 54,76 metros e também uma área externa de 10,07 metros“.

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Os bozoloides golpistas caindo um por um.
Nao merecem tanto luxo, deveriam ficar numa cela comum!!!
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