Silveira se reúne com Dilma em Xangai e amplia parcerias com NDB do BRICS para impulsionar investimentos no Brasil
Dilma Rousseff e Alexandre Silveira em Xangai, China, na sedo do NDB dos BRICS 21.4.2025 | Foto: Divulgação/MME
Ministro de Minas e Energia fortalece diálogo com Presidenta da instituição do bloco em busca de recursos para infraestrutura energética e transição sustentável – SAIBA MAIS
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XANGAI, China, 22 de abril de 2025
Em reunião realizada na segunda-feira (21/abr), em Xangai, capital financeira da China, o ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, discutiu com a Presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, estratégias para atrair mais investimentos em setores estratégicos do Brasil.
O encontro, destacado pela pasta, enfatizou a ampliação de parcerias com a instituição multilateral para financiar projetos de infraestrutura energética, com foco em fontes renováveis, geração de empregos e desenvolvimento sustentável.
Silveira reforçou a importância de defender a economia nacional e atrair recursos para modernizar a gestão pública, consolidando a soberania brasileira no cenário global.
A parceria com o NDB complementa outras iniciativas do ministro, como a captação de R$ 15 bilhões dos Emirados Árabes para minerais estratégicos, conforme noticiado pelo MME, e R$ 8 bilhões da Arábia Saudita para pesquisa mineral, segundo a pasta.
Essas ações visam posicionar o Brasil como líder na transição energética global, promovendo a mineração sustentável e a descarbonização.
Os investimentos buscam fortalecer a competitividade do país em áreas como energia limpa e inovação tecnológica.
Além disso, Silveira tem articulado globalmente para atrair recursos, como os R$ 70 bilhões do Programa Novo Carajás, anunciado com o presidente Lula, conforme o MME, cujo investimento da mineradora ValeS.A. tem o objetivo de expandir a produção de minério de ferro e cobre na região de Carajás, no Pará, até 2030, visando otimizar a produção existente e impulsionar o crescimento da produção de cobre.
Silveira também articula parcerias com a China, que já investiu R$ 20 bilhões em leilões de transmissão elétrica. Essas iniciativas reforçam o compromisso do governo com a reindustrialização e a sustentabilidade, alinhadas à agenda do G20, onde o Brasil lidera discussões sobre transições energéticas justas.
O trabalho de Silveira também inclui avanços em energia nuclear e hidrogênio verde, com parcerias como a da Rosatom (Companhia Estatal de Energia Nuclear da Federação Russa, responsável por todo o complexo energético nuclear do país) e da Iberdrola (empresa espanhola, com sede em Bilbau, no País Basco, dedicada à geração, distribuição e comercialização de energia), que garantiu R$ 30 milhões para uma usina de H2V em Brasília.
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Essas ações consolidam o Brasil como um protagonista na economia verde, com marcos regulatórios robustos, como o Combustível do Futuro, destacados em Davos pela pasta de Silveira.
A estratégia integrada visa não apenas atrair capital, mas também promover inovação e inclusão social, alinhada às metas globais de descarbonização.
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