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Silas Malafaia alega perseguição da PF, mas vídeos revelam tentativas de intimidar STF

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    O pastor
    O pastor Silas Malafaia, investigado pela PF por supostas tentativas de obstrução de justiça e ações contra o Supremo Tribunal Federal / Imagem reprodução YouTube


    Pastor evangélico bolsonarista é alvo de inquérito por suposta obstrução de justiça e ações contra o Supremo, enquanto vídeos expõem discurso de confronto com a Corte



    Brasília, 18 de agosto de 2025

    A Polícia Federal (PF) incluiu o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), em um inquérito que investiga supostas tentativas de obstrução de justiça e ações contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

    A investigação, conduzida sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, também abrange o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo.

    Malafaia, conhecido por seu apoio ao ex-presidente, reagiu com indignação, afirmando ser vítima de “perseguição política” e criticando a atuação da PF e do STF.

    No vídeo, publicado em suas redes sociais em 15 de agosto, Malafaia declarou que soube da investigação pela imprensa, especificamente pelo canal GloboNews, antes de receber qualquer notificação oficial.

    “Eu só sei disso pela GloboNews. Eu não recebo notificação nenhuma. Que país é esse, onde a Polícia Federal vaza alguma acusação contra alguém pra Globo?”, questionou o pastor, comparando a PF a regimes autoritários como a Gestapo nazista e a KGB soviética.

    Ele negou envolvimento nos crimes investigados, que incluem “coação no curso do processo”, “obstrução de investigação de organização criminosa” e “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”.

    A inclusão de Malafaia no inquérito está relacionada à sua organização de uma manifestação em apoio a Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em 3 de agosto.

    Durante o ato, Bolsonaro apareceu em um vídeo transmitido por redes sociais de terceiros, descumprindo medidas cautelares impostas pelo STF.

    No dia seguinte, 4 de agosto, Alexandre de Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente.

    A investigação apura ações que buscavam pressionar o STF e autoridades públicas, além de articulações para obter sanções internacionais contra o Brasil.

    Vídeos recentes de Malafaia, amplamente compartilhados em plataformas como o YouTube, mostram o pastor em tom exaltado, criticando diretamente Alexandre de Moraes e pedindo seu impeachment.

    Em um desses vídeos, ele afirma: “Escolheram o cara errado. Eu não tenho medo”, e acusa o ministro de “instituir o crime de opinião”.

    As falas de Malafaia confessam uma intenção de “intimidar o STF” ao convocar manifestações, enquanto ele teria mencionado que Bolsonaro estava “chorando de medo” diante das pressões judiciais.

    A investigação também aponta para a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, onde ele teria pressionado por sanções contra o Brasil, incluindo uma tarifa de 50% sobre produtos exportados, que entrou em vigor em 6 de agosto.

    Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, defendeu Malafaia nas redes sociais, afirmando que Moraes “gasta tempo e dinheiro público para intimidar quem ousa discordar do sistema”.

    Até o momento, a Polícia Federal não se pronunciou oficialmente sobre os detalhes da investigação, e Malafaia mantém sua postura combativa, prometendo “botar para quebrar” e não se calar.

    A apuração, iniciada em maio, continua sob sigilo.



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    1 comentário em “Silas Malafaia alega perseguição da PF, mas vídeos revelam tentativas de intimidar STF”

    1. Josias Batista de oliveira

      ESSE TRASTE, EM VEZ DE CONTINUAR ESTORQUINDO OS BANANAS DE SUA IGREJA, ACHOU POUCO E QUIS DEFENDER O INDEFENSÁVEL, O GOLPISTA BOLSONARO, E SE LASCOU COM A JUSTIÇA.
      AGORA CHORA GADO BABÃO.

    Os comentários estão fechados.

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