SERGIO MORO, O JUIZ HERÓI DOS IDIOTAS, ACUADO COM DENÚNCIAS DE DOLEIROS EM ESQUEMAS NA LAVA JATO

20/05/2018 2 Por Redação Urbs Magna
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Recentemente, a operação da Polícia Federal chamada “Câmbio, desligo”, prendeu diversos doleiros num esquema que envolve diversos países e inúmeras maneiras de enviar e trazer remessas de dinheiro ilegal, tanto do Brasil, quanto de qualquer país, em direção a paraísos fiscais. O que causou estranheza e espanto a muitos, foi o pedido da defesa dos doleiros pediu para serem julgados pela vara do juiz Sérgio Moro.
Ora, todos tem medo do juiz moralista da República de Curitiba, por que os doleiros não? Essa é uma pergunta que começar a ser respondida com a tentativa formalizar um acordo de delação premiada. Segundo os doleiros, o advogado lavajateiro que vem fazendo fortuna com a operação, sendo considerado o maior especialista em delação na operação, teria extorquido o grupo, a pagar propina por proteção na Lava Jato. Esse fato começa a fazer o pedido de encaminharem seus casos ao juiz Sérgio Moro.
A acusação dos doleiros vai certeira sobre o Moro, já que ele seria o principal agente protetor, envolvendo, inclusive, o procurador DD, do depoimento do doleiro e advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, que muito afirmam ser outro moralista, Deltan Dallagnol.
O esquema seria o de pagamento ao padrinho de casamento do casal Rosângela e Sérgio Moro, o advogado Carlos Zucolotto, que era sócio de Rosângela, ao qual fazia remessas de pagamento do escritório, em seu nome. Na outra ponta, o dinheiro percorria o caminho da Ministério Público Federal, em Curitiba, como dito, com o DD. O Jornal GGN fez um excelente gráfico que ilustra bem, como seria o esquema. É importante ressaltar que Tacla Duran apresentou provas periciadas por instituições respeitadas na Europa e que já colaborou com diversos países sobre o caso, dentre eles, a própria Espanha, onde vive, Andorra, Suíça e outros.
Os doleiros Vinícius Claret, o “Juca Bala”, e Cláudio de Souza, acusados de integrar o esquema comandado pelo “doleiro dos doleiros” Dario Messer, disseram ao MPF do Rio de Janeiro que Bastos cobrava US$ 50 mil mensais a título de taxa de proteção, para garanti-los perante “o Ministério Público Federal e a Polícia Federal” de Curitiba.
“Enrico passou a dizer que o escritório deveria pagar US$ 50 mil por mês para fornecer uma proteção a Dario e às pessoas ligadas ao câmbio. Que essa proteção seria dada pelo advogado Figueiredo Basto e outro advogado que trabalhava com ele”, diz trecho da delação feita por Souza aos procuradores Eduardo Ribeiro Gomes El Hage e Rodrigo Timoteo da Costa e Silva, da Procuradoria da República no Rio”. Diz a matéria feita pelo Estadão.
Outros doleiros também pagavam a referida taxa.
“Segundo as delações, Enrico não dava detalhes da “proteção” e integrantes do esquema chegaram a se desligar da operação por desconfiar da cobrança. “Os pagamentos foram feitos de 2005/2006 até 2013. O colaborador não recebia qualquer tipo de informação verossímil de Enrico. A exigência de tais pagamentos fez com que Najun Turner (doleiro) se desentendesse com Dario e Enrico, pois o mesmo se recusava a pagar”, diz outro trecho da delação de Claret.
Com os dois casos cruzados, o pedido dos doleiros passa a fazer sentido. Ninguém pediria para ser julgado por um juiz extremamente punitivista e vaidoso, a menos que tivesse um grande trunfo contra ele. O doleiros, provavelmente, deram apenas uma amostra do estrago que podem fazer à Lava Jato e ao juiz herói dos idiotas.
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