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Alex Padilla confrontou Kristi Noem sobre políticas migratórias, durante conversa da republicana com jornalistas em Los Angeles, onde ocorrem protestos em massa contra o governo – SAIBA MAIS
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Los Angeles, 12 de junho de 2025
O senador democrata Alex Padilla, da Califórnia, foi forçadamente removido e algemado durante uma conferência de imprensa da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, do governo Trump, em Los Angeles.
O incidente ocorreu quando Padilla tentou questionar Noem sobre as operações migratórias do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), que desencadearam protestos na cidade.
Vídeos mostram Padilla sendo empurrado por agentes do Serviço Secreto e do FBI, jogado ao chão e algemado, enquanto gritava: “Sou o senador Alex Padilla. Tenho perguntas para a secretária”.
Sen. Alex Padilla was just handcuffed and detained while standing up to DHS Secretary Kristi Noem at her LA press conference.
— The Lincoln Project (@ProjectLincoln) June 12, 2025
This is not America. pic.twitter.com/mZ7bFNdA3e
🚨 BREAKING: Democratic U.S. Senator Alex Padilla was just slammed to the ground and handcuffed for confronting DHS in Los Angeles.
— Brian Allen (@allenanalysis) June 12, 2025
This isn’t just escalation, it’s authoritarian theater on full display.
Republicans are no longer debating; they’re detaining.
If criticism gets… pic.twitter.com/SOgfVNbQ73
Noem estava em Los Angeles para abordar os protestos contra as políticas migratórias do presidente Donald Trump, que incluem deportações em massa e o envio de 4.000 soldados da Guarda Nacional e 700 fuzileiros navais para a cidade.
Antes da interrupção, Noem criticou a liderança local, afirmando: “Vamos libertar a cidade do socialismo e da liderança opressiva do governador e do prefeito”.
Padilla, que estava no Edifício Federal Wilshire para uma reunião com o general Gregory Michael Guillot, decidiu participar da coletiva para buscar respostas sobre as ações do Departamento de Segurança Interna (DHS).
O DHS defendeu a ação dos agentes, alegando que Padilla “não se identificou adequadamente” e “avançou em direção a Noem”. No entanto, vídeos divulgados pela NBC News mostram Padilla se identificando repetidamente.
A porta-voz do DHS, Tricia McLaughlin, afirmou que o senador “não usava sua credencial de segurança do Senado” e foi considerado um “atacante” pelo Serviço Secreto.
Após o incidente, Noem e Padilla se reuniram por 15 minutos, mas detalhes da conversa não foram divulgados.
O incidente provocou forte reação de líderes democratas. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, disse que o vídeo “o deixou nauseado” e exigiu respostas sobre “o que diabos aconteceu”.
O caso repercutiu na imprensa
O Politico publicou que o governador da Califórnia, Gavin Newsom, chamou a ação de “ultrajante, ditatorial e vergonhosa”, enquanto a senadora Elizabeth Warren comparou o episódio a um “estado fascista”.
O senador Adam Schiff pediu a renúncia de Noem e uma investigação sobre a conduta dos agentes.
A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, classificou o tratamento dado a Padilla como “abominável”, conforme relatado pelo Capital México.
O senador Scott Wiener, em comunicado oficial, destacou que a ação reflete a tentativa de “silenciar dissidências”.
O CalMatters enfatizou que Padilla, o primeiro latino a representar a Califórnia no Senado, é um crítico das políticas migratórias de Trump.
Já a Financial Times relatou que Padilla foi “imobilizado no chão por agentes do FBI”, intensificando o debate sobre abuso de poder.
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Após ser liberado, Padilla falou a repórteres fora do Edifício Federal Wilshire, visivelmente emocionado.
Ele afirmou: “Se tratam assim um senador com uma pergunta, imagine o que fazem com trabalhadores rurais, cozinheiros e diaristas”.
Ele incentivou protestos pacíficos e reiterou seu compromisso com a supervisão congressional, segundo o Axios.
O The New York Times informou que um juiz federal está avaliando o caso, mas não forneceu detalhes adicionais.
O incidente ocorre em meio a tensões crescentes entre democratas e a administração Trump.
O The Guardian destacou que Padilla é membro do Subcomitê Judicial de Imigração, o que reforça sua legitimidade para questionar Noem.
O AP News relatou que o presidente da Câmara, Mike Johnson, acusou Padilla de “atacar uma secretária de gabinete”, defendendo os agentes.
O caso ganhou repercussão nacional, com a ex-vice-presidente Kamala Harris chamando-o de “abuso de poder vergonhoso”.












