
Vladimir Putin e Lula em reunião no Kremlin, em Moscou – Maxim Shemetov/Reuters
Jornalão a serviço do establishment foi ridicularizado por influenciador digital nas redes sociais – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Canais de Notícias——-
➡️ UrbsMagna no Telegram
![]()
Brasília, 11 de maio de 2025
O influenciador digital Pedro Ronchi ridicularizou uma manchete da Folha de S. Paulo, publicada neste sábado (10/mai), que segundo sua mensagem na plataforma de microblog X destacou o comentário de uma leitora para atacar o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), devido à sua viagem à Rússia e exposição ao lado de Vladimir Putin.
A reação do influencer aponta para a desconfiança de que o jornalão busca deslegitimar o momento de projeção internacional do Brasil.
Chefe, precisamos atacar o Lula na Rússia. Usa comentário de um alienado político. O comentário: pic.twitter.com/UgVainAXtW
— Pedro Ronchi (@PedroRonchi2) May 11, 2025
Contudo, outros usuários das redes sociais defenderam a presença do estadista brasileiro em Moscou, argumentando que sua participação em eventos como a parada militar ou reuniões dos BRICS é justificada por interesses diplomáticos e econômicos.
Eles acusam a Folha de distorcer fatos para atacar o presidente. Alinhada ao establishment, a mídia tradicional frequentemente enfrenta acusações de parcialidade.
A manchete publicada no Painel do Leitor cita a leitora Cristina Reggiani, que critica a deferência de Lula a Putin durante o encontro.
LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS
Fica evidente que a Folha age de má-fé ao repercutir, no título da matéria, uma opinião de “alienado político“, como destacou Ronchi, diante da ausência de argumentos editoriais éticos e justificáveis.
A escolha de destacar esse comentário específico é editorialmente estratégica por isentar o jornal dessa opinião da leitora, a de que Lula “envergonha, rebaixa, agride o Brasil” em encontro com Putin, e, ao mesmo tempo, tem o efeito de “lacrar nas redes“.
A Folha, como outros grandes veículos, supostamente estaria operando um sistema de seleção de vozes e narrativas influenciadas por prioridades editoriais, podendo alinhar-se a interesses políticos ou econômicos.












