Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

“Se eu sou tão mal assim, deixa eu disputar pra perder”, apela Bolsonaro, inelegível até 2030

    Ex-presidente afirmou em entrevista que é “candidato até” sua “morte política ser pra valer“: Emendou dizendo: “Eles não têm argumento para me tirar da política. A não ser o poder, a força de arbitrariedades contra a minha pessoa” – SAIBA MAIS

    COMPARTILHE:

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram

    Declarado inelegível até 2030 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por reunir embaixadores durante seu governo e atacar o processo eleitoral em ano de votações presidenciais, além de participar de uma manifestação do 7 de Setembro, em 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que seguirá como candidato até que sua “morte política seja anunciada para valer”.

    O inelegível afirmou que tem certeza de que “não errou” nos dois episódios: “Eu sou candidato até que a minha morte política seja anunciada para valer. Eles não têm argumento para me tirar da política. A não ser o poder, a força de arbitrariedades contra a minha pessoa“, disse Bolsonaro, segundo transcrição de entrevista a Igor Gadelha, do Metrópoles.

    Repito: qual a acusação contra mim? Que eu fiz de errado para não disputar uma eleição? E, se eu sou tão mal assim, deixa eu disputar para perder. É muito simples. Ou estão com medo da minha candidatura?”, emendou o inelegível.

    Segundo o texto, o inelegível até 2030 disse acreditar que conseguirá reverter sua situação política na Justiça ou até mesmo por meio do Congresso Nacional, onde seus aliados também articulam projeto nesse sentido.

    Debates tratam da anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e a crença de Bolsonaro no Legislativo está relacionada aos “ventos da democracia” que estariam soprando em direção à direita em todo o mundo, como na Argentina e nos Estados Unidos.

    Ele aposta na ajuda do presidente eleito Donald Trump para conseguir ser candidato em 2026 e diz que o republicano vai “investir” no Brasil porque sabe da influência do país na América do Sul.

    Bolsonaro ponderou que Trump tem preocupação com o avanço da esquerda na região e disse que a “grande arma” do republicano no Brasil será a defesa do que ele chama de “liberdade de expressão“.

    O ex-chefe do Palácio do Planalto admitiu, porém, não ter “essa liberdade toda” para conversar com Trump. Ele ressaltou, contudo, que seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tem liderado as conversas com o republicano.

    O ex-presidente brasileiro afirmou que Trump tem um grande interesse no Brasil por suas riquezas e potencial para influenciar positivamente a democracia na América do Sul. Bolsonaro também comentou sobre o adiamento da votação, na Câmara, do projeto que concede anistia aos condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro de 2023, o chamado PL da Anistia.

    O ex-presidente reconheceu ter conversado com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e apoiou a decisão de retirar a proposta da CCJ e enviá-la para uma comissão especial e, após esse adiamento, Bolsonaro admitiu que o projeto não será aprovado em 2024.

    O inelegível até 2030 também aproveitou o tema da anistia para defender as alianças que o PL tem fechado com partidos do Centrão para as eleições de presidente da Câmara e do Senado, com o aval dele.

    Bolsonaro ressaltou que, em troca do apoio a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o PL negocia ficar com a 1ª vice-presidência do Senado. Pontuou, ainda, que esse cargo pode ajudar na aprovação do PL da Anistia.

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram

    🗣️💬

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading