Na mesma emissora dos EUA, Eduardo atacou LULA chamando-o de ex-presidiário, o que prova que o governo não tem alternativas diante do avanço do ex-presidente
“Se a esquerda voltar ao poder, na minha visão, nunca mais deixará o poder e este país seguirá o mesmo caminho da Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. O Brasil será mais um vagão deste trem“, disse Bolsonaro, em trecho de entrevista ao apresentador Tucker Carlson, da TV americana Fox News, exibido no horário nobre da emissora nesta quarta (29/6).
“Os perdedores serão a população brasileira e a própria esquerda. Toda a América do Sul será pintada de vermelho, se você me entende, e os EUA se tornarão um país isolado“, prosseguiu Bolsonaro, de acordo com transcrição de Rafael Balago, na Folha de S. Paulo.
Na fala do presidente brasileiro havia a nítida tentativa de mais outro pedido de ajuda aos americanos sobre o rival líder das pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de outubro, LULA.
O jornalista também exibiu em seu programa uma breve entrevista com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), sobre violência e acesso às armas.
“O presidente [Bolsonaro] não mudou a lei, mas mudou as regulações, o que tornou mais fácil e barato comprar uma arma no Brasil. E o que aconteceu foi não só que reduzimos o número de crimes, mas foi a maior queda na história do Brasil na taxa de homicídios desde 1980“, disse Eduardo.
Carlson perguntou se uma volta da esquerda ao poder levaria ao desarmamento da população e a uma piora no crime. “Não há dúvida de que o ex-presidente e ex-presidiário Lula tomará de volta todas as armas que foram vendidas durante o governo de Jair Bolsonaro“, disse o deputado.
Neste sentido, o ex-presidente LULA jamais falou em recolher as armas que estão em circulação. No começo de junho, o ex-presidente deu uma declaração em defesa da proibição da venda de armas:
“Um país que quer comprar livro e quer proibir a venda de armas quer evitar o genocídio“, disse LULA, em um evento em Porto Alegre.
O apresentador trumpista viajou ao Brasil para realizar fazer um documentário sobre a influência da China no país e está conduzindo seu programa diário a partir do país esta semana. Carlson chamou o Brasil de “último país pró-EUA na América Latina” e o considerou como único país que resiste aos esforços coloniais chineses. O apresentador disse ainda que o Brasil é um exemplo do que pode ocorrer nos Estados Unidos no futuro.
“O Brasil tem um clima político muito dividido. Há um partido nacionalista, atualmente no poder e que controla o Executivo. De outro lado, há um partido globalista. E o tom dos políticos aqui é amargo. Pessoas vão para a prisão no Brasil rotineiramente quando perdem eleições”, afirmou.
Carlson disse que conversou com Bolsonaro por mais de uma hora. A íntegra da conversa será exibida nesta quinta (30/6).

Um ou outro bolsonarista ainda esperneia,
mas isso é perigoso — todos estão às portas de uma diarréia crônico-aguda!
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