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EUA revogam vistos de brasileiros que ajudaram a criar o Mais Médicos

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    O secretário
    O secretário do Departamento de Estado americano MARCO RUBIO com uma cruz de cinzas marcada na testa, simbolizando o Dia de Cinzas (Ash Wednesday), que marca o início da Quaresma no calendário cristão | Imagem reprodução


    Entenda os motivos alegados e o impacto da decisão americana sobre profissionais envolvidos na implementação do programa de saúde brasileiro



    Brasília, 14 de agosto de 2025

    O governo de Donald Trump anunciou a revogação dos vistos de dois brasileiros que participaram da criação do programa Mais Médicos: Mozart Julio Tabosa Sales e Alberto Kleiman.

    A medida, anunciada pelo Departamento de Estado americano, é descrita como parte de uma política de restrição de vistos ligada a Cuba, em uma ação que os Estados Unidos chamam de mensagem inequívoca de que os Estados Unidos promovem a responsabilização daqueles que permitem o esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano.

    Mozart Sales é atualmente o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, enquanto Alberto Kleiman atua como coordenador-Geral da COP 30, cúpula do clima que acontecerá em Belém do Pará.

    A retaliação, divulgada pelo secretário de Estado americano Marco Rubio, também se estende a autoridades cubanas e de outros países, como Granada.

    A ação contra os brasileiros é justificada pela acusação de que o programa Mais Médicos teria ajudado a enriquecer o corrupto regime cubano e privado o povo cubano de cuidados médicos essenciais.

    O governo americano também apontou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) como intermediária da ditadura cubana para implementar o programa sem seguir os requisitos constitucionais brasileiros, driblando as sanções dos EUA a Cuba.

    O programa, criado em 2013 e retomado em 2023 no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, é uma das principais bandeiras da saúde pública brasileira.

    A decisão americana gerou reações no Brasil. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu os profissionais e o programa, afirmando que o Mais Médicos, assim como o PIX, sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja.

    Por outro lado, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA, elogiou a medida e agradeceu ao governo Trump em suas redes sociais.

    A revogação dos vistos se soma a outras sanções recentes impostas pelo governo americano a autoridades brasileiras, como as tarifas sobre produtos e a sanção ao ministro do STF Alexandre de Moraes sob a Lei Magnitsky.



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    2 comentários em “EUA revogam vistos de brasileiros que ajudaram a criar o Mais Médicos”

    1. Gostaria de saber porque o bananinha ainda não foi caçado, já que conspira abertamente contra o país que ele supostamente representa…🤔🤢

    2. Em o que querem transformar o Brasil estes “políticos” NEFASTOS DIREITISTAS?

    Os comentários estão fechados.

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