Jornalista questiona diferença de tratamento legal entre meios tradicionais de comunicação e as plataformas digitais: – ASSISTA e SAIBA MAIS
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Brasília, 15 de abril de 2025
O jornalista Octávio Guedes, durante o programa GloboNews Mais, discutiu a responsabilidade das redes sociais após a morte de Sarah Raissa Pereira de Castro, uma menina de 8 anos que faleceu ao inalar desodorante em um desafio viral.
Guedes comparou a situação a uma fábrica de desodorante e questionou a diferença de tratamento legal entre meios tradicionais de comunicação e plataformas digitais.
A investigação da Polícia Civil do DF está em andamento e busca identificar os criadores do conteúdo que pode levar a acusações de homicídio duplamente qualificado.
Este caso gerou debates sobre a regulação das plataformas digitais, especialmente em relação ao TikTok, onde o desafio era disseminado.
Guedes argumentou que as redes sociais devem ter responsabilidades similares às dos jornais que publicam conteúdos nocivos.
“A empresa é responsável porque ela é que publicou aquele conteúdo (…). Então só a rede social tem imunidade para matar em nome da liberdade de expressão? E os que dizem defender a família concordam com isso?”
“Se um jornal divulga um manual explicando como fazer essa inalação e a criança morre, o diretor responsável desse jornal vai responder criminalmente. Se uma fábrica de desodorante (…) publica isso, ia fechar, porque o dono da fábrica ia responder criminalmente, a empresa ia… pic.twitter.com/4D3qCt8rAA
— GloboNews (@GloboNews) April 14, 2025
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A situação destaca a necessidade de um monitoramento mais rigoroso por parte dos pais sobre o que as crianças acessam online, evidenciando a urgência em abordar os perigos de desafios virais e a responsabilidade compartilhada entre criadores, plataformas e famílias.












