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Renda média do trabalhador sob Lula 3 tem recorde histórico de R$ 3.484

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    Presidente Lula
    Presidente Lula participa da abertura da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial |15.9.2025| Foto: Ricardo Stuckert


    Mercado de trabalho aquecido e políticas sociais do governo do estadista impulsionam massa salarial para R$ 352,3 bilhões, segundo dados oficiais



    Brasília, 16 de setembro de 2025

    Em um cenário de recuperação econômica e avanços sociais, a renda média real habitual dos trabalhadores no Brasil alcançou R$ 3.484 em julho de 2025, marcando um novo patamar recorde na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse valor representa um crescimento de 6,4% em relação ao período anterior, refletindo o impacto positivo das políticas implementadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A massa salarial total, por sua vez, atingiu R$ 352,3 bilhões, o maior montante já registrado, impulsionado pela expansão do emprego formal e pelo aumento da formalização no mercado de trabalho.

    Os dados, divulgados recentemente pelo IBGE, destacam um trimestre móvel encerrado em julho que consolida tendências observadas ao longo do ano.

    Segundo analistas da instituição, o rendimento médio habitual – calculado com base em todos os trabalhos e fontes de renda, ajustado pela inflação – beneficia especialmente as classes de menor renda, contribuindo para a redução da desigualdade social.

    “Este é o resultado de um crescimento econômico com inclusão social”, afirmou o presidente Lula em declaração recente nas redes sociais, ao comentar indicadores semelhantes divulgados no início de 2025.

    O avanço é atribuído a fatores como o reajuste real do salário mínimo, a ampliação de programas como o Bolsa Família e a queda na taxa de desocupação, que chegou a 6,5% no período.

    Os números geram mais otimismo. O aumento de 6,4% na massa salarial é o maior desde 2012, puxado pelo dinamismo do setor de serviços e pela indústria, que registraram ganhos expressivos no Sudeste e Nordeste.

    Em julho, a proporção de trabalhadores com carteira assinada subiu para 39,8 milhões, um recorde histórico, enquanto a informalidade caiu para 37,9%.

    Esses avanços, segundo o técnico do IBGE, Gustavo Fontes, devem-se à “maior intensidade no crescimento da renda nas faixas inferiores da distribuição, beneficiadas por políticas de proteção social”.

    Outro destaque é o rendimento per capita domiciliar, que também atingiu R$ 2.150 no mês, superando o recorde anterior de 2024 em 4,7%, com ênfase na redução do índice de Gini para 0,518 – o menor nível desde o início da série.

    Especialistas creditam o fenômeno ao “efeito Lula”, com foco na formalização e no consumo familiar aquecido.

    Ao todo, 48% da população acima de 14 anos agora tem rendimento habitual do trabalho, totalizando 102 milhões de pessoas, um salto de 1,5 milhão em relação a junho.

    Esses indicadores sinalizam uma trajetória de consolidação para o segundo semestre de 2025, com projeções do IBGE indicando continuidade no crescimento, desde que mantidas as condições macroeconômicas favoráveis.

    Para o governo, os números reforçam o compromisso com a “escalada de conquistas sociais”, como destacou Lula em maio, ao celebrar dados anuais semelhantes.

    No entanto, desafios persistem, como a sazonalidade no Norte e a necessidade de investimentos em qualificação profissional para sustentar os ganhos a longo prazo.



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