Por Reinaldo Azevedo – Sou grato à moral realmente elevada expressa pelo buliçoso — e meio belicoso — juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, um dos Três Mosqueteiros de um novo padrão de Justiça que nem sempre tem, a meu juízo, nas leis os seus parâmetros e os seus limites. Deles todos, pode-se dizer uma coisa sem medo de errar: é gente que não liga, vamos dizer, para as formalidades.
E, está convencido este leigo, direito sem “forma” é arbítrio. Ponto. Sim, este parágrafo tem de lembrar os respectivos nomes dos Três Mosqueteiros, que eram e são quatro: além de Bretas, há, por óbvio, Sérgio Moro, escoltado por Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília, e Ricardo Soares Leite, juiz-substituto na mesma Vara.
Ainda voltarei ao assunto, é claro! Agora, fica o registro. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) questionou no Twitter o juiz Bretas sobre o fato de ele e mulher, ambos juízes e com propriedade no Rio, receberem, auxílio-moradia, contra orientação do Conselho Nacional de Justiça. Segue a mensagem do deputado, acompanhada de duas respostas do juiz.
Mas Bretas segue sendo um de nossos mosqueteiros.
Nossos?
Só se for deles. Meu, ah, ele não é.
A propósito: o tema bilionário vai para o Jornal Nacional?
