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Regina Duarte escolhe nomes ‘de esquerda’ para sua equipe, incomoda Bolsonaro e pode cair antes de assumir


    A atriz Regina Duarte, convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para a Secretaria Especial de Cultura, pode abandonar a Esplanada dos Ministérios antes mesmo de ser oficializada para o posto.

    Publicação do blog bolsonarista Terça Livre feita nesta terça-feira (11) afirma que o “divórcio” de Duarte e Bolsonaro pode vir antes do início do “casamento”.‌

    A razão principal seria a presença de Humberto Ferreira Braga nos planos da futura secretária. Inicialmente, Duarte cogitou colocar Braga de volta no comando da Funarte – entidade na qual ele presidiu durante o governo de Michel Temer. Hoje, quem preside a instituição é o olavista Dante Mantovani.

    Bolsonaro, que considera Braga um esquerdista, não está de acordo com a nomeação, mas também não consegue convencer a atriz a abandonar o ex-presidente da Funarte. A nomeação dele seria uma das condições impostas pela atriz.‌

    Os conflitos em torno de Braga também teriam motivado a demissão da pastora Jane SilvaReverenda Jane, como é conhecida, teria impedido a compra de uma passagem no nome do assessor.‌

    Outro nome que Bolsonaro teria vetado é o de Paulo Pélico, produtor de teatro e ex-diretor da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (Apetesp).‌

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