Principal centro financeiro do Brasil tem opinião embasada na recuperação econômica sob o governo petista e na crise profunda vivida pelo bolsonarismo – OUÇA O PODCAST E LEIA A MATÉRIA
Urbs Magna Podcast
Faria Lima fala em LULA no 1º Turno
Brasília, 20 de outubro 2025
Nas entrelinhas das negociações milionárias da Faria Lima, o pulso da política brasileira acelera: conversas informais entre executivos e analistas já ventilam a possibilidade de Luiz Inácio Lula da Silva conquistar a reeleição em primeiro turno nas eleições de 2026.
Essa maré de otimismo, reportada inicialmente pela plataforma PlatÔBR, reflete não só a recuperação econômica sob o governo petista, mas também o desmanche da oposição bolsonarista, que patina em escândalos e divisões internas.
"Já tem gente falando até em chances de o presidente ganhar o quarto mandato no primeiro turno", ecoa o sentimento entre banqueiros, impulsionado por indicadores como o crescimento do PIB projetado para 2,5% em 2025 e a queda da inflação para patamares controlados.
Pesquisas recentes corroboram essa euforia financeira. Levantamento da Genial/Quaest, divulgado em 9 de outubro, mostra Lula disparando para 39% das intenções de voto no primeiro turno – um salto de sete pontos em três meses –, à frente de rivais como Tarcísio de Freitas (27%) e Ronaldo Caiado (8%).
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No segundo turno, o presidente venceria todos os cenários testados, abrindo 12 pontos contra o governador paulista.
Analistas da Quaest, como o diretor Felipe Nunes, atribuem essa virada à estabilização fiscal e à imagem de um Planalto mais assertivo, contrastando com a fragmentação da direita.
"Lula está no jogo e ainda é competitivo", resume Nunes, conforme mostrao g1.
Esse cenário, que transforma o eixo econômico-financeiro de São Paulo em termômetro eleitoral, desafia narrativas de risco-país e convida a uma reflexão urgente: em um Brasil polarizado, o pragmatismo da Faria Lima pode ditar o ritmo da campanha, premiando estabilidade sobre ideologia.
Com o bolsonarismo em crise profunda, investidores apostam que o legado de inclusão social e obras públicas – bandeira central do discurso lulista em 2025 – pavimentará uma vitória inconteste.
Para quem acompanha o tabuleiro político, essa tendência não é só notícia: é o sinal de que 2026 pode redefinir o eixo de poder, motivando debates acalorados nas redes e mesas de jantar.







