![]() | Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) na Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado |
“Não adianta tentar cortina de fumaça“, disse o senador
“Não adianta tentar cortina de fumaça!“, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), julgando previamente que o presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá adotar a prática para ocultar supostos atos ilícitos de seu governo. “A CPI do MEC vai desmontar o maior escândalo de corrupção da história da Educação Brasileira“, acrescentou o congressista em seu perfil no microblog Twitter referindo-se ao envolvimento de pastores evangélicos em um esquema de desvio de verbas do Ministério da Educação, sob a gestão do agora ex-ministro Milton Ribeiro e, recentemente, sobre a suspeita de licitação superfaturada para a compra de até 3.850 ônibus escolares.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
O senador Randolfe Rodrigues afirma ter conseguido as 27 assinaturas necessárias para a abertura do colegiado. Enquanto isso, o governo Bolsonaro quer convencer o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) , da inexistência de fato determinado para a instalação da CPI do MEC, conforme noticiado na Folha de S. Paulo.
Auxiliares do presidente argumentam que as denúncias sobre o caso dos pastores baseiam-se em relatos de prefeitos, com interesses políticos e sem provas concretas. Sobre os ônibus, alegam não caber investigação porque o certame foi suspenso pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
Pacheco vem indicando que pode segurar a instalação da comissão, mesmo com as assinaturas. Seria uma forma de evitar o que aconteceu na CPI da Covid, quando ele retardou a instalação e depois foi obrigado a abrí-la por uma determinação do STF.
Senadores bolsonaristas correm para tentar retirar as assinaturas coletadas por Randolfe.

