Descarga elétrica surpreende bolsonaristas que aguardavam o deputado em ato político esvaziado
Um raio atingiu poste na Praça do Cruzeiro, Brasília, em 25/jan, ferindo pelo menos 15 em manifestação pró-Bolsonaro liderada por Nikolas Ferreira. Ato da “Marcha Acorda Brasil” protestava contra prisão de Bolsonaro e condenações do 8/1. Samu e Bombeiros socorreram vítimas sob chuva forte; evento prosseguiu com segurança reforçada. Críticas ao STF e governo Lula marcam o movimento, iniciado em Paracatu (MG).
Brasília (DF) · 25 de janeiro de 2026
Em meio a um temporal implacável que assolou a capital federal neste domingo, 25/jan, um raio atingiu um poste de iluminação na Praça do Cruzeiro, em Brasília, provocando choques elétricos e deixando pelo menos 15 pessoas feridas durante uma manifestação organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
O incidente ocorreu enquanto um grupo aguardava a chegada do parlamentar, que liderava a “Marcha Acorda Brasil”, um protesto contra decisões judiciais recentes.
A descarga elétrica gerou cenas de caos, com vítimas sofrendo impactos diretos e indiretos, incluindo alguns casos de desmaio.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal foram acionadas imediatamente, transportando os feridos para hospitais próximos.
Relatos indicam dificuldades no socorro devido à intensidade da chuva, mas a organização do evento agiu rapidamente, determinando a remoção de equipamentos como sistemas de som e guindastes com bandeiras para mitigar riscos adicionais.
A caminhada, iniciada em 19/jan na cidade de Paracatu (MG), percorreu aproximadamente 240 quilômetros até Brasília, simbolizando um ato de resistência política.
Nikolas Ferreira convocou o movimento como uma forma de “trazer luz” às demandas, incluindo a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro – sentenciado a 27 anos por tentativa de golpe – e críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Aliados como os deputados Gustavo Gayer, André Fernandes e Fernando Holiday participaram de trechos, relatando ferimentos leves como bolhas e inchaços nos pés durante o percurso.
O ato final na Praça do Cruzeiro, ao lado do Memorial JK, contou com forte esquema de segurança montado por órgãos como a Secretaria de Segurança Pública do DF, Polícia Militar, Polícia Federal e Abin.
Os participantes persistiram apesar das condições climáticas adversas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu alertas sobre riscos na BR-040, responsabilizando os organizadores pela integridade dos envolvidos.
Críticas ao evento vieram de figuras como o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que o classificou como “encenação” e pediu intervenção das autoridades.
Em paralelo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou na sexta-feira, 23/jan, a proibição de acampamentos próximos ao Complexo da Papuda, onde Bolsonaro cumpre pena, com ameaça de prisão em flagrante para infratores.

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O parlamentar não estava na caminhada? KKKKK
Belo castigo para os desocupados!
Mas, espera aí: como assim o grupo “aguardava a chegada do parlamentar que liderava a caminhada”? Ele não estava na marcha? Resolveu passar em casa pra dar uma descansada? Fala sério, né?
Deus e Zeus mostraram toda a sua indignação com essa CAMINHADA DA CORTINA DE FUMAÇA. Botou a GADAIADA pra correr.
Deus mostrou que a caminhada não era justa.
A PRÓPRIA NATUREZA REPROVOU A CORTINA DE FUMAÇA CRIADA PELOS BOLSONARISTAS PARA DISFARÇAR AS INVESTIGAÇÕES ORA EM CURSO
É DEUSNO COMANDO!!😂🤣😍🤣
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