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Quem não aplaude a erradicação da fome em 2023 é desumano, diz Felipe Neto sobre importância de Lula

    O Presidente Lula ao lado de Felipe Neto em foto de Ricardo Stuckert / PR

    Instituto Fome Zero mostra que 13 milhões de pessoas deixaram de passar fome no Brasil em 2023 e outras 20 milhões saíram da insegurança alimentar moderada, o que no total representa redução de 30%

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    Um estudo do Instituto Fome Zero, divulgado nesta terça-feira (12/3), mostrou em 2023, durante o primeiro ano da terceira gestão no governo do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 33 milhões de pessoas saíram da classificação de insegurança alimentar total (grave + moderada), representando uma redução de 30%, sendo 13 milhões de pessoas que deixaram de passar fome no Brasil e outras 20 milhões de pessoas que deixaram de sofrer de insegurança alimentar moderada.

    Nas redes sociais, o estadista disse que “o Governo Federal está trabalhando para tirar o Brasil do Mapa da Fome mais uma vez“. Ao ler a notícia, o youtuber e empresário Felipe Neto disse que “essa é a importância desse governo. Isso não é sentido pela elite, nem pela classe média. Estamos falando de erradicação da FOME, da miséria extrema. Quem não aplaude isso é desumano e acredita que o papel do Estado é apenas servir ao topo da pirâmide“.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    De acordo com a Secretaria de Comunicação Social, o diretor geral do ‘Instituto Fome Zero‘, José Graziano, afirmou que “o acerto das medidas de aumento do valor do salário mínimo e dos repasses do Bolsa Família, bem como a redução da inflação dos alimentos, demonstram que estamos no caminho para retirar novamente o Brasil do Mapa da Fome“, ainda que “haja um longo caminho pela frente“.

    O estudo, solicitado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome ao IFZ, estimou o impacto do aumento do salário mínimo e dos repasses do ‘Programa Bolsa Família‘ sobre a população brasileira no primeiro ano do governo Lula, comparando microdados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), do primeiro trimestre de 2022 com os do último trimestre de 2023.

    O resultado mostrou uma diminuição de 20 milhões de pessoas que sofriam de insegurança alimentar grave e/ou moderada e uma redução de 8 milhões no número de pessoas com insegurança alimentar grave em apenas um ano de Governo Lula. Isso representa uma redução da insegurança alimentar no Brasil de 30%. O nível de insegurança alimentar grave voltou aos patamares de 2020, antes da pandemia.

    Para o gestor da pasta, Wellington Dias, a retomada do Programa de distribuição de renda foi fundamental para que esses resultados fossem alcançados. “O Bolsa Família não é só transferência de renda, é uma política de vida. (…) Levando em conta o tamanho da família e a sua composição, onde há crianças, o valor per capita é maior. Consequentemente, as pessoas estão conseguindo voltar a ter acesso ao alimento de qualidade”.

    A estimativa feita pelo IFZ, a partir de modelos matemáticos, procurou sanar a atual carência de informações existentes sobre os níveis atuais de insegurança alimentar e nutricional da população brasileira. Segundo o Instituto, uma nova aferição específica será possível através da aplicação da EBIA (Escala Brasileira de Insegurança Alimentar) pelo IBGE em escala nacional numa das suas pesquisas regulares, o que deverá ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano.

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