Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo divulga extensa lista de casos em escolas públicas e privadas, com alguns óbitos ocorridos, e elas seguem em funcionamento com “atendimento normal como se nada tivesse acontecido”

Em tom de indignação, o historiador Fernando Horta afirmou em seu perfil do Twitter que “quem defende educação luta pela destinação de recursos para MELHORAR o ensino remoto e garantir a vida de todos”.
Horta também comentou que “quem acha que a escola é um depósito de criança quer o ensino presencial”, ao compartilhar informação de que “já temos 1137 profissionais da educação da rede pública do estado de SP CONTAMINADOS e 23 óbitos”.
Quem defende educação luta pela destinação de recursos para MELHORAR o ensino remoto e garantir a vida de todos.
— Fernando Horta (@FernandoHortaOf) February 26, 2021
Quem acha que a escola é um depósito de criança quer o ensino presencial. Nem posso dizer o que desejo para este segundo grupo. https://t.co/OHASpRqHNv
A APEOESP (Sindicato de Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) divulgou e extensa lista com os nomes das escolas que tiveram casos de covid-19, dos quais alguns deles resultaram na morte de profissionais de ensino.
Já no início do documento há o apontamento para a Escola Estadual Prof. César Yásigi, localizada no Jardim Macedônia, na Zona Sul de São Paulo, onde “toda a equipe se contagiou em atendimento aos pais na escola, em dezembro: secretária, agente de organização escolar, vicediretora e diretora”, diz o texto
“A contaminação na escola resultou no contágio da família da vice-diretora, que foi internada, sendo que o pai faleceu, e resultou também na morte da diretora Beatriz de Lana Castro, que ficou internada mais de um mês na UTI até falecer no dia 27/01/21”, prossegue o documento em referência à mesma escola. “A escola seguiu atendimento normal como se nada tivesse acontecido”, observa.
Veja a lista com todas os casos de todas as escolas do Estado de São Paulo.
