Aclamação de requerimentos contra o filho do presidente Lula gera revolta na base governista e paralisa os trabalhos em Brasília
Brasília (DF) · 26 de fevereiro de 2026
Em um desdobramento que eletrizou os corredores do Congresso Nacional, a CPMI do INSS aprovou, nesta quinta-feira (26/fev), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
A decisão, tomada de forma célere por meio de uma votação em bloco, transformou o plenário em um cenário de beligerância política, com parlamentares governistas acusando a mesa diretora de atropelo democrático e “manobra espúria”.
O estopim da discórdia foi a estratégia adotada pelo presidente da comissão, o deputado Gilvan da Federal (PL–ES), que pautou uma lista extensa de requerimentos para votação simbólica.
Entre os pedidos, estava a devassa nas contas de Lulinha, sob a justificativa de investigar supostos contratos irregulares firmados entre empresas ligadas a ele e prestadores de serviço da autarquia previdenciária.
A oposição alega que o monitoramento é crucial para rastrear o fluxo financeiro de consultorias que estariam sob suspeita.
O embate das bancadas
A reação do Governo Federal foi imediata e virulenta.
O líder do PT na Câmara, deputado Odair Cunha, classificou a aprovação como uma “perseguição política descarada e sem fundamentação jurídica”.
A gritaria tomou conta do recinto, com parlamentares de esquerda cercando a mesa e exigindo a anulação da sessão.
Em tom de indignação, o deputado Lindbergh Farias bradou que o ato representava um “golpe no regimento interno” para atacar a imagem da família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por outro lado, parlamentares da oposição, como o deputado Filipe Barros, ironizaram as queixas, afirmando que “quem não deve, não teme” e que a CPMI tem a prerrogativa constitucional de investigar qualquer cidadão que apresente movimentações atípicas em conexão com o erário.
Manobras e o “Rito de Exceção”
A confusão se agravou quando o presidente da comissão encerrou a sessão abruptamente após a leitura dos resultados, impedindo o uso da palavra pelos governistas para questões de ordem.
O clima de “caos absoluto” forçou a intervenção da Polícia Legislativa para evitar agressões físicas entre os membros do colegiado.
A defesa de Lulinha já sinalizou que deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para sustar a quebra de sigilo, argumentando a ausência de um “fato determinado” que justifique a medida extrema.
O episódio reacende a polarização em Brasília e coloca o Palácio do Planalto em estado de alerta máximo diante do potencial desgaste político provocado pela comissão.

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Tanta gente de rabo preso neste congresso, qdo é para eles, querem sigilo de cem anos, qdo é para os outros fazem na calada atropelando as leis.
A base do governo não deveria proteger nenhuma pessoa acusada de crime. Não é isso que esperamos da esquerda, pois ética é fundamental na política. Doa a quem doer!