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Putin expõe condenação veemente aos ataques EUA-Israel no Irã

    Declarações do líder russo sobre agressão militar no Oriente Médio instigam debates globais sobre estabilidade regional e violações internacionais

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    O Presidente
    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin / Foto Alexander Kazakov TASS
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Moscou (RU) · 02 de março de 2026

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, tem se posicionado de forma assertiva contra os ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, ocorridos no sábado (28/fev). Suas manifestações revelam uma narrativa de repúdio à agressão, apelos por desescalada e ofertas de mediação, sem indícios de apoio militar direto.

    Segundo as principais fontes russas, como a agência estatal TASS e o próprio site oficial do Kremlin, essa postura reflete a doutrina russa de multipolaridade, priorizando diálogos diplomáticos para mitigar riscos de conflagração nuclear e humanitária.

    Nesta segunda-feira (2/mar), Putin dialogou por telefone com o Rei Hamad bin Isa Al Khalifa, do Bahrein, enfatizando a prontidão da Rússia para explorar todas as vias disponíveis na estabilização regional.

    “Com tudo isso em mente, Vladimir Putin confirmou a prontidão da parte russa para usar todas as oportunidades disponíveis para contribuir ativamente para a estabilização da situação na região”, informou o serviço de imprensa do Kremlin, conforme relatado pela TASS.

    Essa conversa surgiu no contexto dos impactos dos ataques, que afetaram não apenas o Irã, mas ecoaram em nações do Golfo Pérsico.

    Ainda nesta segunda-feira (2/mar), o líder russo manteve contato com o Emir Tamim bin Hamad Al Thani, do Catar, expressando esperança mútua por uma rápida desescalada.

    Foi expressa esperança mútua por uma desescalada rápida do conflito e um retorno aos métodos políticos e diplomáticos de resolução de diferenças”, destacou o comunicado do Kremlin, divulgado pela TASS.

    Essa interação bilateral sublinha a estratégia russa de engajar líderes árabes para conter a propagação do conflito, evitando repetições de crises passadas como as de junho de 2025.

    No domingo (1/mar), Putin enviou um telegrama ao presidente iraniano Masoud Pezeshkian, condenando o assassinato do líder supremo Ali Khamenei e de familiares como uma infração flagrante:

    “Aceite minhas mais profundas condolências pela assassinato do Líder Supremo da República Islâmica do Irã, Seyyed Ali Khamenei, e de membros de sua família, cometido em violação cínica de todas as normas de moralidade humana e direito internacional”, afirmou o presidente, pedindo transmissão de simpatia ao governo e povo iraniano.

    Essa mensagem, publicada no site do Kremlin e repercutida pela TASS, representa a crítica mais direta de Putin à operação, rotulada como “agressão premeditada” em comunicados complementares do Ministério das Relações Exteriores russo.

    Retornando ao início da crise, imediatamente após os primeiros ataques em sábado (28/fev), Putin convocou uma reunião do Conselho de Segurança da Rússia para discutir os desdobramentos no Irã.

    Embora detalhes específicos das deliberações não tenham sido divulgados publicamente, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que a agenda focou na análise dos eventos e na formulação de conclusões necessárias, mantendo o canal de negociações aberto.

    Essa iniciativa, reportada exclusivamente pela TASS, marca a primeira reação oficial de Putin pós-ataques, alinhando-se à condenação geral russa de violações ao Charter da ONU.

    Essas posicionamentos de Putin não apenas ecoam a retórica do Ministério das Relações Exteriores russo, que qualificou os ataques como “ato de agressão armado não provocado”, mas também integram esforços conjuntos com aliados como a China, conforme conversas entre os chanceleres Sergey Lavrov e Wang Yi.

    Fontes como a RT enfatizam o risco de catástrofe nuclear, um ângulo exclusivo que reforça a urgência diplomática russa.

    O Ministério das Relações Exteriores russo continua monitorando a escalada.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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