‘Próximo presidente precisa pacificar o País’, diz Temer, o que sugere saber que não será Bolsonaro, mas LULA

Ex-presidente Michel Temer é fotografado por WERTHER SANTANA/ESTADÃO em sua residência / Ao fundo, o ex-presidente LULA e o atual ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O principal nome que conspirou contra a democracia brasileira ao golpear Dilma para tomar seu lugar e dar início ao desmonte do Brasil, acentuando a divisão ideológica do povo, agora demonstra sentir o preço alto do caminho escolhido

Quem vencer a próxima eleição para o Palácio do Planalto, em 2022, precisará assumir a tarefa de “pacificar e reconstruir o País”, avalia o ex-presidente Michel Temer, o principal nome do golpe 2016, que destituiu Dilma Rousseff por um motivo que foi amplificado por Bolsonaro centenas de vezes.

As declarações daquele que ficou conhecido como ‘Vampirão’, por iniciar a sugação de sangue do Brasil, demonstram que ele próprio admite que o vitorioso de 2022 não será Bolsonaro, mas LULA.

O ex-presidente usurpador do Brasil, que conspirou contra a democracia brasileira e tomou a Presidência para dar início ao desmonte do país, acentuando a divisão ideológica do povo, agora demonstra sentir o preço alto do caminho que escolheu.

O próximo presidente tem de fazer uma coisa que é pacificar o País. Precisa pacificar tudo, apagar as divergências que aconteceram e reconstruir o Brasil. Precisa dizer: vamos reconstruir com todos unidos. E o que significa pacificar o País? É começar do zero e, agora, vamos caminhar todos juntos. Vamos reconstruir o País, ampliar o diálogo”, disse Michel Temer, conforme publicado no Estadão (O Estado de São Paulo) desta sexta-feira (31/12).

Temer deu o exemplo do discurso do presidente democrata americano, que impôs vitória sobre o golpista Donald Trump: “O presidente Biden fez um discurso pela paz que foi muito bem recebido num momento muito tenso da política dos Estados Unidos”.

Agora, Temer sai em defesa da ideia da “pacificação nacional” como forma de o Brasil retomar seu caminho de recuperação“, escreve o autor do texto no jornal.

A mensagem que o próximo presidente deve fazer, assim que ele ou ela tomar posse, é dizer: ‘Vamos pacificar o País; vamos começar do zero e vamos fazer um grande pacto nacional’”, reforçou o ex-presidente. 

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