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Sábado (18): Campanha “No Kings” (Sem Reis) – uma das maiores manifestações contra Trump (fotos)

    • Milhares de manifestantes ocupam a Times Square, em Nova Iorque, durante o protesto “No Kings” |18.10.2025| Foto: Olga Fedorova/AP
    • Dee Cahill, de Margate, na Flórida, segura um cartaz com os dizeres “No Kings” enquanto participa de um protesto pró-democracia e anti-Trump em frente à propriedade de Trump em Mar-a-Lago, em Palm Beach (Flórida), na quinta-feira, 17 de julho de 2025. — Foto: AP Photo/Rebecca Blackwell, File
    • Manifestantes usam fantasias e carregam cartazes enquanto se reúnem no cruzamento das ruas 14th e U, antes de marchar até o National Mall durante o protesto “No Kings”, em Washington, neste sábado, 18 de outubro de 2025. — Foto: Jose Luis Magana / AP
    • Uma máscara retratando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com uma suástica na testa, é exibida durante o protesto “No Kings” contra as políticas do governo, em Nova York, em 18 de outubro de 2025. — Foto: REUTERS/Eduardo Munoz
    • Um manifestante segura um cartaz durante o protesto “No Kings” contra as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, D.C., em 18 de outubro de 2025 — Foto: REUTERS/Kylie Cooper
    • Manifestantes se reúnem próximo ao Capitólio dos Estados Unidos durante o protesto “No Kings” contra as políticas do presidente Donald Trump, em Washington, D.C., em 18 de outubro de 2025. — Foto: REUTERS/Leah Millis


    Onda global denuncia ‘guinada autoritária’ do governo – saiba por que 3 milhões podem mudar a história dos EUA


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    “No Kings” – Trump pode cair?

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    Mobilização global contra políticas migratórias e cortes na educação desencadeia tensão máxima entre republicanos e oposição progressista

    Nova Iorque, 18 de outubro 2025

    A campanha “No Kings” (Sem Reis) iniciou neste sábado (18/out) uma das maiores mobilizações populares contra o governo de Donald Trump desde seu retorno à Casa Branca.

    Organizada em resposta ao que os manifestantes chamam de uma "guinada autoritária", a série de protestos se espalhou pelos Estados Unidos e por grandes capitais mundiais, incluindo Londres, Madri e Barcelona.

    Os organizadores da campanha estimam que foram realizados mais de 2.600 atos em todas as regiões americanas.

    Pesquisadores preveem que esta pode se tornar a maior manifestação da história recente dos EUA, com uma estimativa de até 3 milhões de participantes, de acordo com Dana Fisher, professora da Universidade Americana de Washington.

    As Críticas e o Grito Americano por Democracia

    A mobilização popular visa políticas específicas do governo Trump, abrangendo desde questões de imigração e segurança até cortes de verbas para universidades e a presença ostensiva da Guarda Nacional em centros urbanos.

    Em Washington, os manifestantes concentraram-se estrategicamente perto do Cemitério Nacional de Arlington.

    Esta área é próxima ao local onde o ex-presidente planeja a construção de um arco monumental, ligando o Memorial Lincoln à margem oposta do rio Potomac.

    Leah Greenberg, cofundadora do movimento progressista Indivisible e responsável pela organização dos atos, destacou a importância do protesto como um direito fundamental.

    "Não há nada mais americano do que dizer ‘nós não temos reis’ e exercer nosso direito de protestar pacificamente", afirmou.

    Apoio Político de Peso e Estratégia Legal (Contexto do Movimento)

    O movimento "No Kings" conquistou rapidamente apoio de figuras políticas de destaque, como Bernie Sanders, Alexandria Ocasio-Cortez e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, além de dezenas de celebridades.

    Para garantir a segurança e a legalidade das manifestações, a ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) treinou milhares de voluntários para atuar como monitores, com o objetivo de evitar confrontos durante os atos.

    De acordo com a professora Dana Fisher, embora “essas manifestações possam não mudar as políticas de Trump”, elas servem a um propósito crucial: “fortalecem a identidade coletiva de quem se sente perseguido ou silenciado”.

    Reação Republicana e Tensão Política

    Enquanto as ruas se enchiam, a reação republicana foi imediata e crítica, aumentando a polarização política.

    O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, classificou os protestos como “comícios antiamericanos”, utilizando o termo interno do partido "Hate America rallies".

    "Eles vão se reunir no National Mall para o que chamam de No Kings Rally. Nós preferimos o termo mais preciso: o comício do ódio à América", declarou Johnson.

    Aliados de Trump também acusaram a oposição de incitar violência política, fazendo uma busca e lembrança explicativa ao assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, aliado do ex-presidente, ocorrido em setembro.

    Trump, por sua vez, tentou minimizar a importância dos atos. Em entrevista à Fox Business, ele comentou: "Dizem que me chamam de rei. Eu não sou um rei".

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    Uma manifestante carrega um cartaz enquanto participa do protesto “No Kings” no cruzamento das ruas 14th e U, antes de marchar até o National Mall, em Washington, neste sábado, 18 de outubro de 2025. — Foto: Jose Luis Magana / AP


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    2 comentários em “Sábado (18): Campanha “No Kings” (Sem Reis) – uma das maiores manifestações contra Trump (fotos)”

    1. Se foi o povo que colocou d.Trump na casa Branca, tem todo poder de retira-lo, ele não serve para governar os É. Unidos, ele é um ditador, é quer se perpetuar no poder como rei.
      Essa é a verdade. FORA TRUMP.

    2. Vania Barbosa Vieira

      Até que enfim o povo americano começou a abrir os olhos! 👀👀👀

    Os comentários estão fechados.

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