PRIORIDADE do GOVERNO BOLSONARO: CORTAR a PREVIDÊNCIA e VENDER TUDO do BRASIL – Mas Temer já não fez isso?

29/10/2018 3 Por Redação Urbs Magna

Não tardará para que o eleitor bolsonarista perceba a ‘grande furada’ em que embarcou. Pode até demorar um pouco, pois o ódio ao PT é um sentimento que ‘atingiu o nervo’, como dizem os médicos antes da notícia ruim. Será a continuação de Temer, o mais rejeitado da história do Brasil. E o pior de tudo é que a decepção maior do eleitorado vitorioso será saber que o PT, um dos partidos mais fortes do mundo, jamais irá acabar, como o ‘coiso’ prometeu em suas campanhas de apologia à violência.

Paulo Guedes será o Ministro da Fazenda de Bolsonaro, cujo discurso de domingo deixou claro que seu governo irá “controlar os gastos”, estando embutida aí a tão mal falada reforma da Previdência que os próprios simpatizantes do ‘novo Messias’ condenaram. Além disso, a venda de nossas riquezas entrará na fase ‘a todo vapor’, o que deixa eufórico de alegria o presidente dos EUA, Donald Trump, quem já manifestou um sonoro “Ôba!” ao anunciar a ‘parceria total’ em sua parabenização pela vitória. Ah, e o Mercosul ficará jogado às traças.


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“Primeiro grande item é a Previdência. Precisamos de uma reforma da Previdência. O segundo grande item do controle de gastos públicos, a despesa de juros. Vamos acelerar as privatizações, porque não é razoável o Brasil gastar 100 milhões de dólares por ano em juros da dívida. O Brasil reconstrói uma Europa todo ano, o Plano Marshal, que tirou a Europa da miséria do pós-guerra, o Brasil reconstrói uma Europa por ano sem conseguir sair da miséria, então a política é errada”, disse Paulo Guedes.
“A terceira é uma reforma do Estado, são os gastos com a máquina pública. Nós vamos ter que reduzir privilégios e desperdícios. Então esse é o foco do programa econômico”, continuou.
Paulo Guedes, o ‘posto Ipiranga’, como de Jair Bolsonaro sempre se referiu ‘enchendo o saco’ do eleitor, disse que atacará o “déficit fiscal” a partir da abertura gradual da economia do Brasil.
“Nós vamos simplificar e reduzir impostos, nós vamos eliminar encargos e impostos trabalhistas sobre a folha de pagamentos para gerar em dois, três anos 10 milhões de empregos novos”, disse Guedes ao responder sobre o plano econômico que está por vir.
“Nós vamos regulamentar corretamente, fazer os marcos regulatórios na área de infraestrutura, porque o Brasil precisa de investimentos em infraestrutura. O custo-Brasil é alto por falta de segurança jurídica, de marco regulatório adequado”, finalizou.

Nota do Blog:

Vamos acompanhar. Não vamos torcer para que dê errado. Não somos oposição à recuperação econômica, mas sim conhecedores de meios mais eficazes que outrora colocou o Brasil na vanguarda da economia mundial com a ajuda de seu povo. E ele não poderá pagar por isso.


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