Morte de Genivaldo, asfixiado por gás dentro de uma viatura, e suspeitas de tentativa de interferência nas eleições presidenciais, com bloqueios ilegais nas vias do País, foram inaceitáveis
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) iniciou a contratação de psicólogos e psiquiatras para atendimento aos seus agentes que viveram sob a crise da gestão bolsonarista do ex-diretor-geral da corporação, Silvinei Vasques, especialmente durante o ano de 2022.
O jornalista Lucas Vettorazzo, da Veja, lembra da ocorrência, no último ano, de “casos inaceitáveis“, “como a morte Genivaldo de Jesus Santos, vítima de asfixia por gás lançado por policiais que o prenderam dentro de uma viatura no Sergipe em maio“.
Além disso, também são mencionadas “as suspeitas de tentativa de interferência das eleições presidenciais, com bloqueios nas vias por todo o país no dia do pleito, considerados ilegais pelo STF [Supremo Tribunal Fedral]”. Neste segundo caso, Vasques é acusado de improbidade administrativa por uso do cargo para atividades de campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado democraticamente para Lula (PT).
A matéria afirma que “em setembro passado, a PRF anunciou edital de credenciamento de psicólogos, psiquiatras e clínicas de saúde mental para atendimento, sob demanda, aos policiais da corporação, que pagará 139,71 reais para consulta para triagem psicológica, 102,86 reais para consultas de tratamento psicológico e 334,46 reais para atendimento psiquiátrico“.
A PRF registrou no DOU (Diário Oficial da União) desta quinta uma relação com 15 pessoas ou instituições habilitadas a prestar o serviço na Universidade da PRF, em Santa Catarina.

Palmatórias seriam bem mais eficazes.
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