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“Prestígio” de Dilma “junto a líderes mundiais reduz a nada análises toscas de serviçais do mercado”, diz jornalista (vídeo)

    Toda aparição pública de Dilma em destaque na geopolítica é bofetada da história na mídia corporativa e golpista brasileira“, escreveu o articulista Tiago Barbosa – ASSISTA

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    O jornalista Tiago Barbosa comentou a participação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na 16ª Cúpula do BRICS, que teve início nesta terça-feira (22/10), na cidade russa de Kazan.

    Toda aparição pública de Dilma em destaque na geopolítica é bofetada da história na mídia corporativa e golpista brasileira“, escreveu o articulista eventual dos portais progressistas de notícias Diário do Centro do Mundo e Brasil 247, em seu perfil na rede social X.

    Afastada do cargo em 2016, durante seu segundo mandato, após sofrer um golpe de Estado disfarçado de impeachment, com amplo apoio da mídia brasileira, Dilma Rousseff é hoje presidente do NDB (New Development Bank Novo Banco de Desenvolvimento) do BRICS (países formados originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

    A economista brasileira atua na sede da instituição em Xangai, na China, estabelecida em 2015 pelos 5 países como um banco multilateral de desenvolvimento destinado a mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em países membros e outros mercados emergentes e países em desenvolvimento.

    A ex-presidente do Brasil foi a primeira pessoa recebida na Cimeira 2024 pelo presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin.

    O encontro teve a finalidade que garantir que os países membros do bloco passarão a financiar projetos em moedas nacionais com a ajuda da instituição comandada por Dilma Rousseff, para fortalecer a independência financeira dos BRICS, acarretando em uma ‘desdolarização’ da economia mundial.

    Desde que a Presidenta do Brasil foi reeleita em 2014 para seu segundo mandato, o antipetismo começou a ganhar força, com apoio da imprensa, apesar de o Partido dos Trabalhadores não estar entre as legendas mais associadas a escândalos de corrupção. Havia uma motivação ideológica.

    Após isso, a História registra ciclos interligados, com a sucessão com Michel Temer, a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ascensão de Jair Bolsonaro, sempre com a exploração do sentimento negativo em relação ao PT.

    Segundo Tiago Barbosa, “o prestígio [de Dilma Rousseff] desfrutado junto aos líderes mundiais reduz a nada as análises toscas de serviçais do mercado viciados no antipetismo.

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