“As pessoas precisam entender que não se trata de uma questão nós contra eles“, disse a presidente do PT sobre o caso do brigadista do ‘Prevfogo‘ que combatia incêndios no Tocantins, mas foi morto na frente de casa
“Me solidarizo com amigos e familiares do ambientalista Sidinei de Oliveira Silva, assassinado a sangue frio em frente a sua casa. Nenê, como era conhecido, trabalhava para o Ibama combatendo incêndios no Tocantins“, escreveu a Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, em sua conta no ‘X’.
Segundo a deputada federal pelo Paraná, “os relatos na imprensa são de que ele vinha sendo ameaçado por fazendeiros e grileiros por impedir queimadas na região”.
O brigadista do ‘Prevfogo‘, programa do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) que combate incêndios e impede invasões em terras indígenas, foi assassinado com dois tiros de calibre 12 em Formoso do Araguaia, Tocantins.
O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal, e a motivação do crime ainda é desconhecida, informou ‘O Globo‘.
Nenê era descendente do Povo Karajá e prestou depoimento no Ministério Público sobre invasões de pecuaristas em terras indígenas na Ilha do Bananal. Ele também deu apoio logístico à Funai no avistamento do povo indígena isolado Avá-Canoeiro.
Na plataforma social de microblogging, Gleisi disse ainda que “as pessoas precisam entender que não se trata de uma questão nós contra eles, preservar os biomas é crucial para a sobrevivência humana”.
A deputada desejou “que os culpados por esse crime bárbaro sejam encontrados e presos o mais rápido possível“.
Me solidarizo com amigos e familiares do ambientalista Sidinei de Oliveira Silva, assassinado a sangue frio em frente a sua casa. Nenê, como era conhecido, trabalhava para o Ibama combatendo incêndios no Tocantins e os relatos na imprensa são de que ele vinha sendo ameaçado por…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) June 16, 2024
