Prefeitura de São Paulo emitiu nota oficial afirmando que “a prisão está amparada em mandados judiciais, obedeceu ao rigor da lei e foi executada seguindo os critérios de identificação do Smart Sampa“
Janaína Reis Miron, irmã do prefeito Ricardo Nunes, foi presa em 15/jan via Smart Sampa por mandados de desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal. Condenada em 2024 a oito meses em regime aberto por agredir o filho de 11 anos em 2014, com mordidas, batidas de cabeça na parede e uso de vassoura, conforme detalhes exclusivos do Metrópoles. Histórico de abuso alcoólico e revogação de suspensão processual levaram à foragida. Prefeitura confirma legalidade da detenção.
Brasília (DF) · 15 de janeiro de 2026
Janaína Reis Miron, irmã do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi detida em uma reviravolta capturada por câmeras de monitoramento inteligente, desvendando camadas de controvérsias judiciais.
A prisão ocorreu nesta quinta-feira (15/jan) em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na Avenida Clara Mantelli, no bairro do Socorro, zona sul da capital paulista.
Identificada pelo sistema Smart Sampa – uma iniciativa emblemática da administração de seu irmão –, ela foi conduzida ao 11º Distrito Policial (DP) em Santo Amaro.
Os mandados de prisão decorrem de acusações graves: desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal.
A Prefeitura de São Paulo emitiu nota oficial afirmando que “a prisão está amparada em mandados judiciais, obedeceu ao rigor da lei e foi executada seguindo os critérios de identificação do Smart Sampa“.
Uma das condenações remete a um episódio alarmante de violência intrafamiliar, conforme detalhado na coluna de Demétrio Vecchioli no Metrópoles. Em 2024, Janaína foi sentenciada a oito meses de detenção em regime aberto por agredir seu filho, então com 11 anos, em incidente ocorrido em 2014.
A decisão judicial descreve um padrão perturbador: “a ré fazia uso abusivo de bebidas alcoólicas e costumava agredir seus filhos“. Sem motivo aparente, após o retorno da criança da escola, ela iniciou uma discussão por causa de uma tarefa doméstica.
O relato da vítima em juízo é contundente: “Quando respondeu que não podia, iniciou-se uma discussão e, sem qualquer motivo, foi agredido por ela com mordidas, tapas e um cabo de vassoura, além de puxões de cabelo“.
A denúncia prossegue com detalhes viscerais: “por meio de mordidas no braço, puxões de cabelo, batidas da cabeça contra a parede e arremesso de objetos, causando-lhe lesões corporais de natureza leve descritas no exame de corpo de delito“.
O menino, acuado, trancou-se no banheiro e alertou o pai, o policial militar Claudecir Messias Miron – separado de Janaína na época. Claudecir narrou: “[Ele] contou que foi buscar o filho acompanhado da polícia, com quem ingressou no condomínio, e que se dirigiram depois à delegacia e ao Instituto Médico Legal, onde foi realizado o exame de corpo de delito, que atestou a lesão correspondente à mordida“.
Inicialmente beneficiada com suspensão condicional do processo em 2021, a medida foi revogada em 2023 devido à mudança de endereço sem notificação à Justiça, culminando na condenação sem defesa apresentada.
Após o ocorrido, Claudecir obteve a guarda dos filhos. Janaína encontrava-se foragida por descumprir obrigações judiciais, o que precipitou a detenção recente.

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Tomara que ao comprir essa sentença, saia e comporte como MÃE
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