ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

“Popularidade do “renegado de extrema direita” cairá em 2021, diz o The Guardian

    O jornal afirma que “observadores estão convencidos de que severas turbulências econômicas, políticas e sociais estão por vir no Brasil, à medida que a raiva pública” contra Bolsonaro aumentará ‘no tocante’ à pandemia e ao fim do auxílio emergencial, o que colocará sua popularidade em linha de queda

    Jair Bolsonaro tem evitado, até agora, críticas internas sobre como lidar com a crise de Covid, postou o The Guardian. Fotografia: Evaristo Sa / AFP / Getty Images

    O governante mais polarizador da América Latina, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, enfrentará um ano difícil em 2021 – o terceiro de seu mandato de quatro anos – e o fará sem o apoio de seu aliado estrangeiro mais importante, Donald Trump“, escreve Tom Phillips, no jornal inglês The Guardian, sobre como a política mundial mudará em 2021.

    A previsão do ‘observador’ da mídia faz parte de um contexto que ensaia as consequências da saída do presidente norte-americano da vitrine da geopolítica mundial e traz previsões de outros pensadores sobre a situação de outros países influentes no globo.

    O fim da curta Era Trump aumentará o foco na crise climática e nas respostas à pandemia de coronavírus, que afetarão todas as nações levando-as a imergir em desafios específicos nos 12 meses de 2021, diz a introdução do artigo que reflete a visão dos redatores.

    O renegado de extrema direita até agora conseguiu se esquivar da responsabilidade pela terrível resposta do Brasil à epidemia de Covid-19 , que matou mais de 195.000 brasileiros, ao mesmo tempo que se livrou de uma sucessão de escândalos envolvendo sua família“, diz Phillips.

    As pesquisas mostram que o Bolsonaro ainda conta com a aprovação de cerca de 37% do eleitorado – amplamente atribuída aos pagamentos emergenciais do coronavírus a dezenas de milhões de cidadãos“, diz o observador. “Mas esses pagamentos cessam em janeiro, com muitos observadores convencidos de que severas turbulências econômicas, políticas e sociais estão por vir, à medida que a raiva pública aumenta“.

    Phillips reproduz a fala do presidente brasileiro, antes do Natal, quando ele afirmou que “a pandemia está chegando ao fim”, “enquanto o número de infecções por coronavírus e internações hospitalares disparava novamente“, escreveu. 

    Os problemas do presidente podem estar apenas começando“, conclui Phillips no The Guardian.

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading