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Políticos do partido de Bolsonaro viram réus no STF por organização criminosa visando roubo de emendas

    Denúncia aponta que grupo solicitou ao então prefeito de São José de Ribamar (MA) o pagamento de propina de R$ 1,66 milhão. Ministros Flávio Dino e Luiz Fux ainda faltam apresentar votos – SAIBA MAIS

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    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para tornar réus três deputados do PL acusados de desvios de dinheiro de emendas parlamentares.

    Os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE), atualmente suplente, respondem por crimes de organização criminosa e corrupção passiva.


    A denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), revela que em 2020 o grupo solicitou ao então prefeito de São José de Ribamar (MA) R$ 1,66 milhão em propina em troca de alocação de R$ 6,67 milhões em recursos federais, através de emendas.

    O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, destacou que as evidências acumularam-se em documentos e depoimentos.

    O ministro Alexandre de Moraes acentuou que a denúncia justifica a abertura da ação penal, afirmando que os acusados “estariam unidos, com unidade de desígnios e propósitos”, solicitando vantagens indevidas.

    A ministra Cármen Lúcia acompanhou o voto do relator, embora sua íntegra não tenha sido divulgada.

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