Segundo Igor Gadelha, do Metrópoles, morte por infarto de Gustavo Bebianno surpreendeu amigos e parceiros políticos, em razão da boa saúde e da juventude do ex-ministro, que era lutador de jiu-jitsu desde jovem, não bebia e nem fumava
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A investigação da PF (Polícia Federal) apontando que militares bolsonaristas cogitaram matar por envenenamento o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e de outras formas o vice-Presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, reacendeu discussões sobre a morte do ex-ministro Gustavo Bebianno, desafeto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), diz matéria de Igor Gadelha, no Metrópoles.
Bebianno morreu em março de 2020 aos 56 anos, após sofrer um infarto em seu sítio em Teresópolis (RJ), o que, segundo o colunista em seu texto no portal de notícias de Brasília, surpreendeu amigos e parceiros políticos, em razão da boa saúde e da juventude do ex-ministro, que era lutador de jiu-jitsu desde jovem, não bebia e nem fumava.
Gadelha diz que aliados de Bebianno e auxiliares de Lula passaram a levantar a hipótese de que a morte do ex-ministro pode ter sido “provocada” por supostos desafetos políticos dentro do próprio bolsonarismo. Antes de morrer, ele chegou a se filiar ao PSDB e planejava ser candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro nas eleições de 2020, diz a matéria.
Segundo o jornalista, aliados de Bebianno lembram que, à época de sua morte, o ex-ministro estava em atrito com o clã Bolsonaro. O ex-ministro afirmava que tinha um material guardado no exterior e dizia temer que o hoje ex-presidente inelegível até 2030 desse um golpe de Estado.
A texto da publicação lembra que o suposto material nunca veio à tona e que a Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou, ainda em 2020, que a causa da morte de Bebianno foi infarto.
Bebianno presidiu o extinto PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu em 2018. Após a posse, ele virou ministro da Secretaria-Geral da Presidência, mas acabou demitido por Bolsonaro dois meses após assumir o cargo, lembra o colunista do portal de notícias.
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