ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

RESUMO
URBS MAGNA

| Brasília (DF)
20 de agosto de 2026

A Procuradoria-Geral da República solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, a remessa à primeira instância dos inquéritos que investigam o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência.

A decisão do relator, segundo fontes do gabinete, será pela permanência dos casos no STF, o que importa para o princípio da isonomia e o funcionamento regular das instituições democráticas.

Na quinta-feira (20/ago), a manifestação sigilosa do procurador-geral Paulo Gonet chegou ao gabinete de Mendonça.

O parecer sustenta que não há, nos autos, elementos que indiquem o envolvimento de pessoas com prerrogativa de foro no STF.

A PGR também afirma não existir conexão entre os fatos apurados e aqueles da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos associativos no Instituto Nacional do Seguro Social.

Os inquéritos sob relatoria de Mendonça tratam de suspeitas ligadas à Dataprev e à tentativa de venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde.

Um terceiro procedimento, sob responsabilidade do ministro Flávio Dino, também apura negócios ilícitos no governo federal.

A Polícia Federal abriu as frentes a partir de elementos identificados em quebras de sigilo, segundo O Globo.

A solicitação da PGR ocorre em meio a tensionamentos recentes entre a corporação policial e o gabinete do ministro.

Em julho, a PF tentou redistribuir um dos procedimentos, argumentando ausência de conexão com o caso do INSS.

Após sorteio determinado por Alexandre de Moraes, o processo retornou a Mendonça, que autorizou as investigações.

A manutenção dos inquéritos no STF preserva a competência da Corte quando há menções a autoridades com foro nas conversas interceptadas.

Fontes do gabinete de Mendonça informaram que o ministro manterá os casos no Supremo precisamente por essa razão, segundo o SBT News.

Até a publicação desta matéria, o ministro ainda não havia proferido decisão formal.

Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nega as acusações por meio de sua defesa.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho confirmou o pedido da PGR e reiterou que o empresário se coloca à disposição da Justiça.

O presidente se reuniu com o defensor na noite de quarta-feira (19/ago) no Palácio da Alvorada.

A tramitação no STF permite o acompanhamento mais rigoroso de investigações que tocam o núcleo do Executivo, reforçando a transparência exigida pelo Estado Democrático de Direito.

A remessa à primeira instância, caso ocorresse, deslocaria a apuração para juízes de grau inferior, com regras processuais distintas.



SIGA NAS REDES SOCIAIS




Compartilhe via botões abaixo:

 

1 comentário em “PGR pede caso Lulinha na primeira instância; Mendonça nega”

Comente com moderação

文

Discover more from Urbs Magna

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading