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PGR denuncia Léo Índio por tentativa de golpe de Estado – Ele é sobrinho de Jair Bolsonaro

    Paulo Gonet solicitou “medida cautelar patrimonial de sequestro e indisponibilidade de bens e valores em face do ora denunciadoLeonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio – SAIBA MAIS

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    A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, sobrinho do ex-presidente inelegível até 2030 e três vezes indiciado pela PF (Polícia Federal), Jair Bolsonaro (PL).

    Paulo Gonet relacionou o primo de Flávio, Carlos, Eduardo e Jair Renan a associação criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; além de outros crimes.

    Léo Índio participou dos atos antidemocráticos que resultaram nos atos terroristas do 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília (DF).

    Segundo Nilson Klava, da GloboNews, a PGR solicitou “medida cautelar patrimonial de sequestro e indisponibilidade de bens e valores em face do ora denunciadoLeonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio.

    O parente dos Bolsonaros publicou fotos em cima do Congresso Nacional e próximo ao STF (Supremo Tribunal Federal).

    Léo Índio

    Ex-assessor parlamentar do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), Léo Índio pediu exoneração do cargo após o político ter sido flagrado com R$ 33,2 mil na cueca, em 2020. Na sequência, foi nomeado assessor parlamentar da Primeira Secretaria do Senado Federal, então comandada pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC).

    PGR denuncia Léo Índio, primo dos Bolsonaros, por tentativa de golpe de Estado

    Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio  Foto: Reprodução/Redes Sociais

    Léo Índio usou suas redes sociais para divulgar uma campanha de financiamento para os atos do dia 7 de setembro de 2021, informando que uma vaquinha virtual aceitava doações por meio de criptomoedas.

    Por conta disso, ele passou a ser investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), quando o ministro Alexandre de Moraes ordenou o bloqueio de seus perfis e de uma chave Pix, associada às suas publicações como forma de arrecadar dinheiro.

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